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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Enem 2015



Dicas para o Enem 2015

01. Prestar atenção a aula: uma das dicas mais importantes, pois é onde se assimila o conteúdo.
02. Perguntar sempre que tiver dúvida: se durante uma aula o professor explicou algo e você não entendeu, não tenha vergonha pergunte e peça para repetir.
03. Personalidade: cada pessoa tem um jeito e assimila o conteúdo de maneira diferente. Anotando, gravando ou até repetindo. Não importa. Você precisa descobrir de que modo aprende mais fácil.
04. Faltou em uma aula: peça o conteúdo emprestado ao amigo ou pergunte ao professor o que foi dado, assim não corre o risco de ficar perdido.
05. Estude fora de sala de aula: procure material extra aula para que possa aperfeiçoar sua aprendizagem. Aluno bom é aquele que vai além da sala de aula.
06. Pesquisar: Está com dificuldade no conteúdo? Pesquise mais sobre o assunto. Hoje em dia é muito fácil encontrar na internet o que precisa.
07. Local: o espaço onde estuda precisa ser organizado, bem iluminado, arejado, confortável e sem distrações.
08. Material: antes de começar os estudos, separe todo o material necessário, assim não fica parando o tempo inteiro.
09. Lista de tarefas: comece sempre pela matéria ou conteúdo mais difícil e faça uma coisa de cada vez pois a preocupação com outra tarefas pode atrapalhar a concentração.
10. Descanse e relaxe: a cada hora estudada levante, espreguice, tome um copo de água e depois retorne aos estudos. Distração é fundamental para mente também.

Escolha do curso/profissão

Comece por pesquisar as descrições apresentadas na seção “Profissões e universidades” deste site. Descarte então aquelas que estão bem longe de seus interesses e avance no processo.

Reflita sobre sua história pessoal no sentido de que valores vocês traz consigo, que experiências foram positivas ou trouxeram desafios que você deseja superar, que contatos com profissões você já teve e como você os avalia.

Busque então se informar sobre a história do trabalho em nossa sociedade: as variações da economia, os projetos políticos em jogo, o desenvolvimento de novas tecnologias, as formas de vínculo trabalhista que existem. Imagine os ambientes de trabalho, as rotinas, o tipo de relações com outras pessoas que as profissões estabelecem.

Escolher uma profissão é um processo complexo. Não há uma resposta simples e direta. É você que deve construir esta resposta depois de pensar sobre as questões acima expostas e sobre outras muitas (observe outras tantas respostas nesta seção deste site).

Depois de refletir sobre você mesma, sobre a realidade do trabalho em nossa sociedade e sobre as profissões (o que exige muita pesquisa), haverá um momento em que você terá que tomar um “ato de coragem”, ou seja, que assumirá os riscos inevitáveis diante do futuro. Mas eles estarão acompanhados de um projeto de futuro, seu projeto.



segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Nodestinez



A
A MIGUÉ- À toa, relaxado, largado, sem interesse
A PULSO - À força. Contra a vontade
ABESTADO - Otário. Tolo
ABESTALHADO - Otário. Tolo
ABILOLADO – Doido
ABIROBADO - Maluco.
ABISCOITADO - Maluco, desorientado.
ABUFELAR - Agarrar pela gola, agredir.
ABULETADO - Pessoa que ocupou um espaço tomou conta do
"pedaço" (fulano aboletou-se na casa de sicrana e não sai mais);
ABUTICADO – Pessoa espantada, com os olhos vidrados
(abuticados).
ACOITE – Chicote.
ACUNHAR - Chegar junto.
ADULAR - Agradar, bajular. Fazer a vontade de alguém
AFEIÇOADO - Pessoa bem aparentada (bonita, arrumada);
AFOLOZADO – Folgado, arrombado.
AGONIADO - Aflito, afobado, amargurado, angustiado, apressado,
indisposto.
AI DENTO - Resposta a qualquer provocação.
AJEGADO - Quem tem pênis grande.
ALDEOTA - e seguramente o maior bairro informal do País. Os
especuladores imobiliários passaram a chamar de Aldeota todo
bairro novo.
ALFININ - Espécie de rapadura.
ALPERCATA - Sandália de couro.
ALTEAR - Aumentar o volume do som. Subir algo.
ALUMIAR - Iluminar. Projetar luz sobre algo ou alguém.
AMANCEBADO - Amigado, aquele que vive maritalmente com outra.
AMARELO QUEIMADO - Cor laranja.
AMARRADO- Mesquinho.
AMOLEGAR - Apalpar ou apertar um corpo mole ou uma parte dele.
AMOSTRADO - Quem mostra que tem dinheiro ou poder.
ANDE TONHA! - Expressão popular que indica o ato sexual.
ANEL DE COURO – Ânus. Cú.
APERREAR - Encher o saco.
APETRECHADA - Dotada de beleza física.
APOIS - Expressão de concordância.
APOQUENTAR - Aborrecer, azucrinar, chatear.
APRAGATA – Alpercata.
APRUMADO - Arrumado, bem vestido, bonito, de bons modos.
APURRINHADO – Com raiva, puto.
ARENGA - Briga
ARIADO - Desnorteado
ARIAR A FIVELA - Dançar apertado, ralabucho.
ARRE EGUA! - Interjeição que pode significar qualquer coisa a
depender do tom de voz e da ocasião (alegria, irritação...).
ARRETADO – Bom, legal, perfeito.
ARRIBAR - Ir embora.
ARROCHADO – Valentão.
ARROTO DE CU - Peido.
ARRUDIAR - Dar a volta.
ÁS DE COPAS - Ânus. Cú.
ASSUSTADO - Baile caseiro programado pelos jovens na casa de
um deles; tertúlia.
ATAIAR - Atalhar. Ir por um caminho mais curto
ATARENTADO - Aperriado, desnorteado, perdido.
AVALIE - Imagine.
AVEXADO - Apressado.
AZOGADO – Virado na peste, puto, agoniado, brabo.
AZUADO - Alguém desligado.
AZULAR – Dar o fora.

B
BABÃO – Puxa saco, xeleléu.
BACURIM – Porco novo.
BAE DE CUIA - No jogo de futebol, corresponde a lençol.
BAITINGA - Tratamento informal entre velhos amigos, no sentido
pejorativo o mesmo que BAITOLA, depende da entonação da voz.
BAITOLA - Viado. (A palavra tem origem na construção da primeira
estrada de ferro do Ceará. O chefe da obra era um engenheiro
inglês, muito afetado, que repetia "atenção para a baitola" se
referindo a bitola (distância entre os trilhos).
BAIXA DA ÉGUA - Lugar distante.
BAIXAR O LOMBO Emagrecer.
BALAÇAR A TANAJURA - Dançar.
BALADEIRA – Estilingue.
BALAIO - Cesto feito de cipó ou palha, sem alça.
BALDEAR - Perturbar.
BALEADEIRA - Baladeira, atiradeira, bodoque, estilingue.
BAMBA - Cambaleante. Sem equilíbrio.
BANANA - Parte do boi conhecida no Sudeste do Brasil como
lagarto.
BANANA-PRATA - Banana-branca.
BANCA - Aula particular fora do curso regular. Reforço escolar
BANDA - Lado, parte lateral, pedaço.
BANGÜÊ - Caixa retangular com 4 cabos de madeira para transporte
de materiais de construção.
BANHO DE ASSEIO - Banho em que a pessoa lava apenas os
órgãos genitais.
BANHO SAPECADO - Banho rápido e incompleto.
BARNABÉ – Funcionário de prefeitura.
BARNEI - (bá) Pessoa nova no lugar.
BARRÃO - Porco novo usado como reprodutor.
BARREADO - Confuso, sem saber o que fazer ou o que dizer.
BASCULANTE - Vitrô.
BATATA-DO-REINO - Batata.
BATENTE - Obstáculo de madeira ou concreto construído no chão
para impedir que a água entre pela porta.
BATER A CAÇULETA - Morrer.
BATER FÔFO - Não cumprir um compromisso.
BATER SETE FREGUESIAS - Andar por vários lugares.
BATER UMA EM INTENÇÃO DE - Masturbar-se pensando
especificamente em alguém.
BATORÉ - Baixinho.
BEBER COM FARINHA - Ingerir bebida alcoólica demais.
BEBEU - (bébéu) Boneca de pano.
BEIÇO - Lábio
BEIJU - Biju. Guloseima feita com massa de mandioca. Há quatro
tipos: capeado (fino e seco), malcasado (mais consistente), molhado
e sarolho (seco, salgado e mais solto).
BEM-EMPREGADO - Bem-feito! Frase usada para dizer que o
castigo foi merecido.
BENÇA Pedido de benção.
BERADEIRO – Matuto, Tabaréu.
BEREU - Zona; baixo meretrício; cabaré.
BESTAR - Bobear.
BEXIGA - Coisa ruim.
BEXIGUENTO - Pessoa que não presta.
BEZERRO - Contração voluntária ou involuntária na vagina,
semelhante a um bezerro mamando.
BIBOCA - Beco ou lugar estranho. Lugar apertado, escondido,
estreito.
BICA - Calha, canal ou tubo em forma de meia cana para escorrer a
água.
BICADA - Dose normalmente de cachaça
BICHINHO - Forma carinhosa de chamar um animal ou uma pessoa
pequena ou querida.
BICO - Chupeta.
BIGU - Carona, condução gratuita.
BIJU - Beiju. Guloseima feita com massa de mandioca. Há quatro
tipos: capeado (fino e seco), malcasado (mais consistente), molhado
e sarolho (salgado, seco e solto).
BILA - Bola de gude.
BILOTO - Botão.
BIMBA - Pênis de criança. Pênis pouco desenvolvido.
BIQUEIRA - Calha para escorrer a água da chuva.
BIQUEIRO - Que come pouco.
BIRIMBELO – Qualquer coisa
BISCATEIRA - Prostituta.
BISNAGA - Pão comprido de forma cilíndrica e com as pontas finas.
BOCA DE SIRI – Caladinho, Na moita.
BOCA QUENTE - Lugar perigoso.
BOCA-BANCA - Atitude boçal.
BOCA-DE-SUBACO - Pessoa muito calada, bicho do mato.
BOCA-DE-TRAMELA - Pessoa que fala muito.
BOÇAL-BANQUISTA - Pessoa pedante.
BOCAPIO - 1. Sacola grande feita com palha. 2. Atraso na vida.
Pedir esmola.
BOCÓ - Bobo, tolo.
BODOSO - Bacana, arrumado.
BOGA - Ânus.
BOGAR - Surgimento de uma bolha na pele.
BOI - Menstro (A mulher tá de boi, menstruada).
BOLA DE ASSOPRO - Balão, bexiga. Bola de gás usada em
decorações de festas.
BOLA DE MARRAIA - Bola de marraio. Bola de gude. Bolinha de
vidro usada pelas crianças para brincar.
BOLA DE MARRAIO - Bola de gude. Bola de vidro usada pelas
crianças para brincar.
BOLACHA DE GOMA - Saquarema. Biscoito, achatado e seco, feito
com polvilho.
BOLACHÃO FOFO Biscoito feito com farinha de trigo, açúcar, sal e
margarina.
BOLACHÃO SECO - Biscoito feito com farinha de trigo, açúcar, sal,
margarina, leite de coco, canela em pó e cravo moído.
BOMBA DE BREU - Artefato pirotécnico usado nas festas juninas.
BORA - Vamos embora.
BOTAR - Colocar, pôr.
BOTAR BANCA - Considerar-se superior, exibir-se, vangloriar-se.
BOTAR CABRESTO - Controlar alguém.
BOTAR CANGA - Dominar, oprimir alguém.
BOTAR NO MATO - Descartar, jogar fora.
BOTAR QUENTE - Agir ou falar com firmeza.
BOYZINHA – Moça nova
BRANCHUR - "Filosofo" muito citado no Ceará.
BREADO - Melado, sujo.
BRECHAR - Espiar, espionar, espreitar.
BRECHEIRO - Indivíduo que observa pelo buraco da brecha, da
greta ou da fechadura.
BREFAIA - Bagulho, porcaria.
BREGA - Meretrício. Prostíbulo. Zona.
BREGUESSO (BREGUÉSSO) - Objeto sem valor.
BRENHA - Lugar longe de difícil acesso.
BRIBA - Pequena lagartixa.
BRIDE Brida, rédea. Ferro colocado na boca do animal.
BROCA DO ZUVIDO (bró) Pé do ouvido
BROCHA - Tachinha. Prego pequeno, de cabeça larga e chata,
usado para consertar calçados.
BRÔCO - Amalucado, abobalhado, desorientado, esclerosado.
BROCOIÓ - Pessoa boba, otário, demente.
BRONQUEIRO – Pessoa que gosta de confusão
BRUGUELO - Criança pequena.
BUCHA - Comida que alimenta pouco, mas pesa na barriga.
BUCHADA - Comida feita com intestinos de bode, cabrito, carneiro
ou ovelha.
BUCHO - Barriga. 2. Pessoa muito feia.
BUCHO CHEIO - Barriga com bebê 2. Barriga cheia de comida ou
bebida.
BUCHUDA - Gestante.
BUFA - Peido que não faz barulho.
BUJÃO – Niple (Plug). Peça de metal ou plástico usada bloquear a
boca do cano.
BULIDA - Mulher que perdeu a virgindade.
BULIR - Aborrecer, brincar, caçoar, incomodar. 2. Agitar, mexer,
tocar em algo.
BULIÇOSO - Pessoa que mexe em tudo (não passa um minuto sem
mudar o canal da televisão, a sintonia do rádio, etc.)
BUNDA CANASTRA – Maria escombona, Virar de ponta cabeça.
BUNDEIRA - Mulher que prefere o coito anal (dar a bunda).
BUNEQUEIRO - Quem bota boneco (ver "butar buneco").
BURACAJU - Apelido dado à cidade de Aracaju quando está com
muitas ruas esburacadas.
BURRINHO - Garrafa de Coca-Cola cheia de cachaça.
BUSCA-PÉ - Artefato pirotécnico, preso a uma pequena haste de
madeira que sai em ziguezague rente ao chão até estourar.
BUTAR BUNECO – Aprontar.
BUTICO – Ânus

C
CABEÇA-DE-FRADE - Obstáculo de cimento em forma de meia bola
para impedir o trânsito.
CABEÇA-DE-PREGO - Furúnculo.
CABELUDO - Pão-doce feito com coco.
CABRA - Qualquer Indivíduo. Indivíduo destemido, provocador ou
valentão.
CABRA DA PESTE - Indivíduo destemido, provocador ou valentão.
CABRA SAFADO - Indivíduo de atitudes incorretas.
CABRA-MACHO - Indivíduo destemido, provocador ou valentão.
CABRUNCO - Carbúnculo. Coisa ruim.
CABRUNQUENTO - Coisa ou pessoa ruim.
CABUÊTA – Dedo duro.
CAÇADOR DE ANDRÓIDE - Indivíduo que tem relações sexuais com
homossexuais.
CACETE-ARMADO - Bar ou restaurante pequeno com pouco asseio
e de baixíssima qualidade.
CACETINHO Biscoito de forma cilíndrica como um dedo.
CACHADO Cacheado. Cabelo ondulado.
CACHETE (ché) Carretel com linha de costura. Retrós.
CACHIMBEIRA – Parteira
CAÇOAR Zombar.
CAÇUÁ Cesto grande feito de bambu, cipó ou vime usado no
transporte alimentos ou animais pequenos colocado no lombo de
animal de carga.
CACULO (ú) Prato com comida demais. Algo demasiadamente
cheio.
CACUMBI Grupo folclórico formado só por homens que dançam em
homenagem aos santos padroeiros dos negros, São Benedito e
Nossa Senhora do Rosário.
CACUNDA Costas, dorso.
CADEIRAS Quadris, quartos.
CAFUÇÚ - Pessoa desajeitada, mal vestida, mala.
CAFUNDÓS DO JUDAS - Lugar distante.
CAGADO - Sortudo.
CAGADO E CUSPIDO - Encarnado e esculpido. Idêntico, igual, muito
parecido.
CAI DE PAU – Quem acusa.
CAIPORA - Quem fuma muito.
CAIR CACAU - Chover.
CAIXA-DO-PEITO - Tórax. Cavidade torácica onde ficam os pulmões
e o coração.
CAIXÃO - Caixão 1. Batente. Peça de madeira onde a porta ou janela
se encaixa ao fechar. 2. Algo perigoso que pode causar algum
problema ou a morte.
CAIXA-PREGOS - Lugar afastado, distante, de acesso difícil.
CAJURANA - Homem vestido de mulher em festa pré-carnavalesca.
CALANGO - Lagarto pequeno, típico do Nordeste.
CALÇOLA - Calcinha.
CALIBRADO – Meio tonto.
CALIFOM - Sutiã.
CALOMBO - Inchaço na pele.
CALUNGA - Camundongo. Rato muito pequeno.
CAMBADA - Grupo de pessoas desprezíveis.
CAMBAIO - Que tem as pernas arqueadas para dentro.
CAMBALAFOICE - Amante, namorado.
CAMBÃO - Mulher feia.
CAMBAPÉ - Rasteira.
CAMBITO - Perna fina.
CAMBOTA – Pés separado (10 para 3).
CAMINHÃO DE FEIRA - Caminhão pau-de-arara. Caminhão coberto,
com bancos de madeiras longitudinais na carroceria usados para
transporte de pessoas.
CANECO – Copo pequeno.
CANELAU - gente pobre, plebe rude.
CANGA - Peça de madeira que une um grupo de bois para o
trabalho.
CANGACEIROS - Grupo folclórico que canta e dança representando
os cangaceiros.
CANGALHA - Suporte colocado no lombo dos animais para
transporte de carga.
CANGOTE – Nuca.
CANGUINHAS - Ávaro, mão-de-vaca, somítico.
CANJICA - Curau. Mingau com grãos pilados de milho que se come
cozido em água e sal ou com leite e açúcar.
CÃO CHUPANDO MANGA - Corajoso, competente.
CAPA-DE-SELA Amante.
CAPÃO - Frango capado.
CAPAR O GATO - Ir embora, fugir.
CAPIONGO – Tristonho
CAPOTARIA - Oficina para conserto de estofados de carro.
CAPOTE - Casaco.
CAPUCHO (CO) - Sabugo. Espiga de milho sem os grãos.
CARÃO - Bronca, repreensão.
CARECER - Necessitar, precisar.
CARITÓ - Solteirona. Mulher que envelhece sem conseguir casar.
CARNE MOQUEADA - Carne defumada e salgada.
CARNE-DE-SOL - Carne de vaca, sem ossos, cortada em tiras ou
mantas, levemente salgada e seca ao sol. Não é prensada e é mais
avermelhada do que a carne-seca.
CARNE-SECA - Charque, jabá. Carne de vaca, sem ossos, salgada,
comprimida e seca ao sol em mantas. É menos avermelhada do que
a carne-de-sol.
CARRADA - Grande quantidade.
CARRAPICHO - Pão doce coberto com pequenos pedaços de coco.
CARREGADO - Pessoa complicada ou comida de difícil digestão.
CARREGO (Ê) - 1. Carga, frete. 2. Pilha elétrica.
CARREIRA - 1. Correria, corrida veloz. 2. Fila, fileira. trilha.
CARROCEIRO - Condutor de carroça puxada por cavalos.
CARTA - Habilitação. Carteira Nacional de Habilitação.
CARURU - Creme ou pasta feita com quiabo, camarão, castanha,
leite de coco, amendoim, peixe, azeite-de-dendê, pimenta, etc.
CASA-DA-PESTE - Lugar afastado, distante, de acesso difícil.
CASA-DE-ANDAR - Sobrado. Casa de dois ou mais pavimentos.
CASADINHO Biscoito pequeno recheado com goiabada.
CASA-DO-CHAPÉU Lugar muito distante ou desconhecido.
CASCUDO – Tapa na cabeça, cocorote.
CATABÍ - Buraco na estrada (Esta estrada está cheia de catabí)
CATABIL - 1 Buraco na pista. Acidente de terreno que origina o
solavanco de veículos 2. O solavanco ou choque produzido pelo
buraco na pista.
CATENGA - Lagartixa escura.
CATOTA – Meleca.
CATRAIA - 1. Mulher muito feia. 2. Prostituta.
CATREVAGE - Gente cafona (isso parece um galicismo).
CAVACO-CHINÊS - Em São Paulo é chamado de beiju ou biju.
Massa seca em forma de cilindro. O vendedor anuncia a sua
presença na rua com um triângulo de metal batendo numa madeira.
CAVILAÇÃO – Dengo; chorão.
CAVOUCAR - Cavar, escavar.
CERCAR LOURENÇO - Arrudiar, não ir direto ao assunto.
CEROTO - Sujeira preta na pele devido a falta de banho.
CHABOQUE - Tampo. "Chico deu uma topada que tirou o chaboque
do dedo".
CHABU - Falha na explosão de fogo de artifício.
CHÁ-DE-BURRO - Canjica. Mungunzá. Mingau de milho branco
cozido com leite de coco ou de vaca, temperado com sal e açúcar.
CHÃ-DE-DENTRO - Coxão mole. Carne da parte interior da coxa do
boi.
CHÃ-DE-FORA - Coxão duro. Carne da parte exterior da coxa do boi.
CHAPA - Radiografia; dentadura.
CHAPARIA - Funilaria, lanternagem.
CHAPEU DE TOURO - Chifre.
CHAPULETA – Cabeça do pau, Anel
CHAPULETADA - Porrada
CHAVE - Entrada, sinal. Primeiro pagamento na compra de um
imóvel.
CHEGA! CHEGA! - Venha rapidamente! Ajude-me!
CHEGANÇA - Dança que representa a luta travada pelos cristãos
para batismo dos mouros (turcos).
CHEI DOS PAU - Bêbado.
CHEIRADA - Quando o jogador não acerta a bola; furada.
CHIBATA - Coisa grande, pênis.
CHIBATADA- Pancada.
CHIBIU - Órgão genital feminino, buceta
CHICOTE - Bunda, nádegas.
CHINFRIM - Vagabundo, sem valor.
CHIRINGAR - Esguichar água ou outro líquido, jato de liquido.
CHOPARIA - Choperia. Local onde se serve chope.
CHUCHAR - Cutucar, pulsar.
CHULIPA - Tapa na orelha com um dedo no sentido vertical.
CHUMBADO – Bêbado, doente.
CHUPÃO - Cabra que gosta de chupar pau.
CHUPETA - Menino chorão.
CHUVA DE PEDRA Chuva de granizo.
CHUVINHA Chuva de prata. Chuva pirotécnica. Um tipo de artefato
pirotécnico.
CIBAZOL - Coisa sem valor. "Não vale um cibazol".
CIENTÍFICO - Colegial. Ensino Médio. Segundo Grau.
CISTERNA - Reservatório de água das chuvas.
COBRINHA - Um tipo de artefato pirotécnico.
COCADA-DE-AMENDOIM - Pé de moleque. Doce duro, feito com
açúcar e amendoim torrado.
COCÓ - Tocaia.
COCOREU - Confusão, rolo.
COCOROTE – Tabefe, cascudo.
COITÉ - Cabaça. Cuia.
COITEIRO - Aquele que protege ou esconde criminosos ou
namorados.
COMBINADO - Em parceria.
COMBROGÓ - Cobogó. Elemento vazado de cerâmica, cimento ou
vidro, usado na construção de paredes com entrada para luz e
ventilação.
COMER ÁGUA - Tomar cachaça (Expressão muito usada na Bahia).
COMO O QUÊ Demais. Ex Você fala como o quê!
COMO TATU, SÓ TEM O CASCO E O CU! - Sem nada, sem
patrimônio, pobre.
CONCHO Confiante em si, vaidoso.
CORDÃO CHEIROSO Fio de barbante impregnado com um produto
que exala um cheiro desagradável ao ser queimado.
CORRALINDA - Coisa linda, pessoa bonita.
CORRER FROUXO - Ter em abundância. "Ali o dinheiro corre
frouxo".
CORRIDO - Apressado, expulso.
CORTINADO – Mosquiteiro. Cortina ou rede fina colocada em volta
da cama para proteger dos mosquitos.
CORUJA - Pipa, papagaio
COTÔCO – Pedaço, ponta
COURO DE PICA - Algo que vai e volta. "Esse namoro e que nem
couro de pica".
CRANCO - Cancro. Coisa ou pessoa ruim.
CRICRI – Chato, Insistente, Pentelho.
CRUZETA - Cabide para camisas e calcas. Também pode ser
pessoa enrolada, complicada.
CÚ DE CANA - Cachaceiro.
CUBAR – Olhar demais.
CUCURUTO – Topo da cabeça.
CU-DE-BOI - Briga. Conflito.
CU-DE-NOVELO - Pessoa que tem a bunda murcha.
CUIA - Cabaça.
CUMÉ? - Como é?
CUMEEIRA - Telha em forma de meia cana usada nas partes mais
altas (cumes) ou nos vértices dos telhados.
CUMELÃO - Garanhão.
CUNHÃ – Neguinha
CUNHÃO - Corajoso
CURUBAU - Ver Canelau.
CURURU - Sapo grande.
CUSTAR - Demorar. "O ônibus esta custando muito".
CUSTOSO - 1. Algo demorado. 2.Criança manhosa.

D
DA BEXIGA - 1. Em grande intensidade. Ex. Estou com uma fome da
bexiga!
DA PESTE - Algo extraordinariamente bom ou ruim.
DANAÇÃO - Confusão, pressa, trapalhada.
DANOU-SE - Tá perdido
DANOU-SE! - (ô) 1. Saiu apressado. 2. Expressa admiração,
entusiasmo, espanto, surpresa.
DAR CHABU - 1. Dar errado, falhar. 2. Defeito em fogo de artifício.
DAR COM A MÃO - Sinalizar com a mão.
DAR FÉ DE - Perceber.
DAR FIM - 1. Gastar, consumir. 2. Acabar, concluir, encerrar, matar.
DAR GASTO - Consumir, usar.
DAR GOSTO - Dar prazer, ou satisfação. Ex.: A qualidade é de dar
gosto!
DAR NA FRAQUEZA - Sentir fraqueza ou moleza.
DAR NO COURO - Conseguir fazer sexo.
DAR O GRAU - Caprichar. "Pode deixar que vou dar o grau no seu
carro"
DAR O MAIOR 10 - Gostar muito.
DAR O PREGO - Enguiçar.
DAR PARTE DE - Delatar. Denunciar.
DAR TRANCO - Dar bronca. Dar carão. Repreender.
DAR UM AGRADO - Dar uma gorjeta ou uma lembrança.
DAR UM CARÃO - Dar uma bronca. Repreender.
DAR UMA BARRIGADA - Defecar
DAR UMA PRENSA - Dar uma bronca. Pressionar.
DAR VENCIMENTO A - Dar conta do pedido ou serviço.
DE BARRIGA - Grávida.
DE BELEZA - (gíria) De graça.
DE BOI - Menstruada.
DE HOJE - Faz tempo.
DE HOJE A OITO - Daqui a uma semana.
DE HOJE A QUINZE - Daqui a quinze dias.
DE LASCAR O CANO - 1. Bom demais. 2. Desagradável,
decepcionante, irritante, etc.
DE PRIMEIRO - Antes, antigamente.
DE VEZ - Fruto em estado ideal para ser colhido.
DEBOCHAR - Desprezar, menosprezar, zombar.
DE MATAR OGUARDA Bom, Gostoso.
DEFORETE – Escapada. (Vou tomar um deforete, mudar de vida,
escapada)
DEIXA DE PANTIN - Deixa de onda; Deixa de frescura (fulano está
com pantin, com manha)
DEMENTE - Indivíduo lento, lerdo, vagaroso.
DERNA – Desde
DERNONTONTE – Tem ainda
DERRADEIRO - Último.
DESARNAR - Desasnar. Aprender algo, ativar, avivar, deslanchar,
despertar.
DESCABRIADO - Desconfiado, que não confia em algo ou alguém.
DESCORADO – Amarelo
DESDROBO - Desdobro (dô) argumento pouco convincente ou sem
importância.
DESEMBESTADO – Sem rumo
DESGRACEIRA NO CAMINHO DA FEIRA - Confusão, lasqueira,
quiprocó.
DESGRAMA - Desgraça.
DESGRAMADO - Desgraçado.
DESMANTELAR - Arruinar, desarranjar, desconjuntar, desorganizar,
estragar.
DESPAMPARAR - Desgovernar. Perder o controle.
DESTRAMBELHADO - Atrapalhado, desajeitado, desarrumado,
desorganizado.
DEU A BOBÔNICA - Encrencou; fodeu; a coisa pegou.
DEU A GOTA SERENA - Encrencou; fodeu; a coisa pegou
DEU FÉ – Prestou a atenção (“Quando ele deu fé a coisa
aconteceu”)
DEU MANDÚ - Deu problema, pegou, agora fodeu
DEU O BUTE - Agora encrencou, nem para frente nem para atrás,
fodeu;
DEVER - Lição de casa. Tarefa escolar feita em casa.
DIA DOS ANOS Data do aniversário.
DIABEISSO! - Que diabo e isso! Expressão de espanto.
DIABINHO MALUCO - Um tipo de busca-pé (artefato pirotécnico)
pequeno, sem bomba, usado nas festas juninas, principalmente pelas
crianças.
DIACHO - Diabo.
DISTRENADO - Sem graça. "Fica todo distrenado quando elogiado".
DISTRENADO – Sem preparo, Inexperiente
DOR-DE-CORNO - Dor de cotovelo. Tristeza de amor.
DOR-DE-FACÃO - Dor-de-veado. Dor pontiaguda e forte que se
manifesta do lado direito do abdome, na altura do baço, resultante de
algum esforço físico intenso.
DOR-DE-MULHER - Cólica menstrual.
DOR-DE-VEADO - Dor-de-facão. Dor pontiaguda e forte que se
manifesta do lado direito do abdome, na altura do baço, resultante de
algum esforço físico intenso.
DOR-D'OLHOS - Dor nos olhos causada por afecções (conjuntivite).
DOZE HORAS - Em Sergipe é muito usada tanto para meio-dia,
como para meia-noite.

E
É DE LASCAR – Tá danado.
E FOI, FOI? - É mesmo?
É NÃO - Não é. O nordestino, inclusive o sergipano, fala o verbo
antes do advérbio.
É O BRINCO - Expressão idiomática que quer dizer que uma coisa é
muito estimada.
É O MENOR PREÇO? Frase usada pelo freguês para pechinchar.
É PINTO – É moleza, fácil.
ÉGUA - Meretriz. Prostituta.
EITA - (Êitcha) Eta. Palavra usada para expressar admiração,
alegria, dificuldade, espanto, surpresa, susto, etc.
EM VISTA - Diante.
EMBOLÉU – À toa, desprezado; pessoa jogada (Fulano vive aos
emboléu).
EMBUCHADA - 1. Pessoa aborrecida ou com raiva. 2. Mulher
grávida.
EMBURACAR – Entrar sem pedir licença
EMPANZINADO - Empanturrado. Com o estômago cheio de comida.
EMPAPADO - Que comeu alem da conta; Ver "Empazinado"
EMPARELHADO - Ao lado de. Lado a lado.
EMPATA FODA - Chato que fica atrapalhando o namoro do casal.
EMPATAR - Atrapalhar, dificultar, perturbar.
EMPENCADO - Acompanhado de um monte de gente.
EMPERIQUITADO - Enfeitado demais.
EMPESTEAR - Deixar um cheiro forte por onde passa ou fica.
EMPOMBAR – Reticente, Empacar
EMPRENHAR - Engravidar.
EMPRENHAR PELOS OUVIDOS - Acreditar em fofocas.
EMPRIQUITAR - Cismar, não aceitar.
ENBURACAR – Entrar sem licença.
ENCAFIFAR - Desconfiar. Ficar intrigado ou pensativo.
ENCANDEAR - Brilhar, ofuscar.
ENCANGADO - Indivíduo que anda sempre junto com outro.
ENCANGAR GRILO - Ócio, coçar o saco
ENCAPOTAR - Colocar capa ou casaco
ENCARCAR - Encalcar, calcar, apertar, comprimir, forçar.
ENCARDIR – Sujar muito
ENCARNADO - Cor vermelha
ENCASQUETAR – Implicar, Peitar, Cismar
ENCOSTADO - 1. Fora de atividade, licenciado. 2. Preguiçoso.
ENCRUADO - Que fica muito tempo sem ter relações sexuais. Difícil
de sair.
ENDIREITAR - Acertar, arrumar, consertar, corrigir, colocar direito,
retomar ao rumo certo.
ENFADADO - Cansado.
ENGABELAR - Enganar, iludir.
ENGEAR (ENJIAR) - Engelhar, enrugar.
ENGODO - Isca para pescar camarão.
ENGOMAR - Passar roupa.
ENGROSSANTE - Gogó. Creme ralo feito com leite, farinha de
mandioca, amido de milho ou creme de arroz servido em mamadeira.
ENGUIAR - (pronuncia-se a letra u) Engulhar. Sentir ânsia, enjôo,
náuseas. Vomitar.
ENJEITAR - Abandonar, desprezar, recusar, rejeitar.
ENRICAR - Enriquecer.
ENSACAR - Colocar a camisa por dentro da calça.
ENTERTELA - Entretela. Pano enfiado entre o forro e o tecido de
uma roupa. Geralmente é usado no pescoço ou na cintura.
ENTERTELADO - Entretelado. 1. Bem arrumado, com gravata, com
a gola da roupa apertada no pescoço. 2. Com pano enfiado entre o
forro e o tecido de uma roupa. Geralmente, o pano é usado no
pescoço ou na cintura.
ENTOJADO - Farto de tanto comer.
ENTOJAR - Enjoar. Sentir enjôo.
ENTOJO - (tô) Enjôo de mulher grávida.
ENTREVADO - Paralisado, paralítico.
ENTRONCHADO - Torto.
ENTRONCHAR - Desalinhar, entortar.
ENTROU COMO UMA BUFA E SAIU COMO UM PEIDO! - Entrou e
saiu rapidamente.
ENTROUXADO - Amontoado, bagunçado. Como uma trouxa de
roupas.
ENTUFADO - Amuado, emburrado, zangado.
ENVERGAR - Curvar, vergar.
ENXERIDA – Mulher galinha.
ENXERIDO - Atrevido, intrometido, metido, ousado.
ERRADO - 1. Indivíduo que não age corretamente. 2. Encabulado,
envergonhado.
ESBREGUE - Bronca, repreensão.
ESCALDA-PÉS - Banho medicinal que se dá aos pés com água bem
quente.
ESCAMBAU - Etc
ESCANCARAR - Exibir, mostrar.
ESCANGALHAR - Arruinar, bagunçar, estragar.
ESCAPULIR - Escapar, fugir.
ESCROTO - Bom de briga; cafajeste.
ESFARRAPADO - Mal vestido. Que tem a roupa em farrapos.
ESGARÇAR - Abrir, desfiar o tecido.
ESGOELAR - Gritar.
ESMOLAMBADO (MU) Mal vestido.
ESMOLER - (êsmolér) Mendigo, pedinte.
ESPADA - Artefato pirotécnico preso a uma haste de madeira, que é
usado como arma na guerra de espadas realizada durante as festas
juninas.
ESPARRELA – Enganação
ESPEVITADO - Ágil, esperto, inquieto, malandro.
ESPIAR - Observar, olhar, ver, verificar.
ESPINHAÇO – Coluna vertebral
ESPINHELA CAÍDA Dor nos ossos peitorais.
ESPIRITADO - Escandaloso. Extrovertido.
ESQUENTE – Moletom, malha de ginástica; Jogging.
ESTILAR - Escorrer líquido do nariz.
ESTRIBADO - Cheio da grana.
ESTROVENGA - Um tipo de foice pequena de dois gumes.
ESTRUPÍCIO - Pessoa enrolada, mulher feia (Cambão)
ESTUPOR BALAIO - 1. Infarto. Morte. Paralisia repentina. 2. Pessoa
feia. 3. Expressão usada quando a pessoa se irrita com algum objeto
ou alguma situação.
ESTUPORADO - Estragado, gasto, em mal estado.
ESTUPORAR - 1. Consumir ou gastar muito. Desperdiçar dinheiro. 2.
Sair com pressa.
ETA-PEGA - (Êta-pêga) Expressão usada quando a pessoa se
espanta ou tem uma surpresa.surpeendente.

F
FALAR MAIS QUE A PRETA DO LEITE - Falar muito.
FALAR NOME - Falar palavrão, palavra obscena.
FALSA-BANDEIRA - Homossexual.
FARDA - Uniforme escolar.
FARINHA-DO-REINO - Farinha de trigo.
FASTIO - Falta de apetite.
FATO - Intestino de animal.
FAZER ESPÍRITO - Fazer escândalo.
FAZER FIO TERRA - Quando a mulher mete o dedo no fiofo do
homem durante o ato sexual, a pedido dele.
FAZER HORA COM A CARA - Fazer gozação.
FAZER MAU - Desvirginar. "Ele fez mal a moca".
FAZER MERCADINHO - Fazer compras no supermercado.
FAZER O GOSTO - Agradar. Fazer a vontade de alguém.
FAZER SABÃO - Sexo entre lésbicas.
FÊ - Letra F.
FECHICLER - Ziper.
FECHO ECLER (ECLÉR) - Zíper.
FEIJÃO-DE-CORDA - Feijão-fradinho. Feijão verde em vagem
emaranhada.
FEIRA DE SULANCA - Feira de artigos baratos. Feira onde se vendia
roupa de helanca.
FEIÚRA - Ato reprovado, erro, indignidade.
FEOFÓ - Ânus, (mesmo que furico, butico).
FI, FIO OU FILHO DA BEXIGA - Coisa ou pessoa ruim.
FI, FIO OU FILHO DA GOTA-SERENA - Coisa ou pessoa ruim.
FI, FIO OU FILHO DA MOLÉSTIA - Coisa ou pessoa ruim.
FI, FIO OU FILHO DA PESTE - Coisa ou pessoa ruim.
FI, FIO OU FILHO DE UMA ÉGUA - Filho de uma prostituta.
FI, FIO OU FILHO DO CABRUNCO - Coisa ou pessoa ruim.
FI, FIO OU FILHO DO CRANCO - Coisa ou pessoa ruim.
FICAR DE BOI - Menstruar.
FICAR MAL - Ficar de mal. Cortar as relações de amizade.
FICHINHA - Chapinha, tampinha. Tampa metálica usada para lacrar
a boca da garrafa.
FILHO DO CABRUNCO - Desgraçado, maldito
FINDAR - Acabar, concluir, terminar.
FITA GOMADA - Fita adesiva.
FITEIRO - Quiosque, banca de revista
FOGUINHO - Afrodisíaco.
FOI MAL - Perdão.
FOLÓ - Folote, frouxo, folgado, largo.
FOLOTE - Frouxo, gasto
FONICE - Avareza.
FONO - (fô) Ávaro, pão-duro.
FÔRMA – Recipiente feito de barro para armazenar água; Pote
FORROBODÓ - Confusão, algazarra, bagunça
FRANGOTE - Adolescente
FREGE-MOSCAS - Bar ou restaurante pequeno com pouco asseio e
de baixíssima qualidade.
FRESCA - Cabaré. Casa de diversões e espetáculos onde se bebe e
dança.
FRESCAR - Fazer uma brincadeira. "Se zanga não, to só frescando".
FRESCO - Viado, gay
FRISO - Grampo de cabelo
FRIVIÃO – Inquieto
FRÔXO - Medroso
FULERAGE - Coisa sem valor.
FULERO – Não cumpre o compromisso
FUMANDO NUMA QUENGA - Puto da vida.
FUMBAMBENTO - Desbotado. Sem cor.
FUNDURA - Profundidade.
FURICAGEM - Frescura
FURICO –Ânus, Mesmo que "Butico"
FUTUCAR Cutucar, mexer. Tocar com o dedo, o cotovelo, o pé, etc.
FUVIAR - Fervilhar, zumbir. Zumbido produzido pelo ouvido ou por
inseto.

G
GABIRU - 1. Rato escuro e grande. 2. Aproveitador, espertalhão.
GAIA – Chifre
GAIATO – Engraçado
GAITADA - Gargalhada.
GAITAR - Gargalhar.
GAITOSO - Aquele que faz os outros rirem.
GALA - Esperma, sêmen.
GALALAU - Homem alto.
GALEGO - Loiro.
GALETO - Frango.
GALINHA DE CAPOEIRA - Galinha caipira. Galinha criada em casa.
GALINHA MATRIZ - Galinha reprodutora. Só é abatida quando deixa
de botar ovo.
GALINHOTA - Carrinho de mão.
GALO - Indivíduo com orgasmo rápido.
GARAPA – Água com açúcar.
GARAPEIRO – Preguiçoso, Pessoa que se aproveita dos outros
GASGUITA - 2. Pessoa que fala muito alto ou grita. 2. Mulher muito
magra e pequena.
GASTURA - Sensação desagradável, aflição, desconforto,
impaciência, irritação nervosa, tentação, etc.
GATO - Instalação clandestina de eletricidade.
GATO DE HOTEL - Diz-se das pessoas que comem todo o que
aparecer-.
GATO REI - Prostituta.
GAZEAR - Faltar à aula ou a uma obrigação para passear ou divertirse.
GELADINHO - Sorvete caseiro embalado em saco plástico
transparente de forma cilíndrica. Em São Paulo, é chup-chup. No Rio
de Janeiro, é sacolé.
GEROZ - (ó) Algeroz. Junção entre o telhado e uma parede mais
alta.
GIGOLETE - Passadeira, diadema, arco.
GOELA - Garganta.
GOELAR - Furtar.
GOGA - Deboche.
GOGAR - Debochar de alguém.
GOGO - (Gôgo) Escarro. Gosma.
GOGÓ - Engrossante. Mingau servido em mamadeira.
GOGUENTO - Goguento Que expele escarro, gosma.
GOIA - Fim do cigarro (o mesmo que Guimba, Piola, Segunda)
GOMA - Cola caseira feita com água, farinha de trigo ou amido de
milho e outros produtos. Serve para colar papel ou engomar roupa.
GORAR - Estragar a cerveja ou o ovo.
GORÉ - Um tipo de caranguejo miúdo.
GORGOMILO - Garganta, goela, princípio do esôfago.
GOSTOSÃO - Ônibus. (denominação antiga).
GOTA - Coisa ruim.
GOTA-SERENA Coisa ruim.
GRAXEIRA Denominação pejorativa de empregada doméstica.
GRELADO - Concentrado.
GRETEIRO - Indivíduo que observa pelo buraco da brecha, da greta
ou da fechadura.
GRIZMELA - Magra.
GRUDE - Sujeira; porcaria
GUAIAMUM - Espécie de caranguejo de cor azul.
GUARIBADA - Dar uma caprichada.
GUÊ - Letra G.
GUERREIRO - Manifestação folclórica que conta uma história de
amor entre uma rainha e um índio.

H
HI-FI - (rai-fai) Música mecânica, proveniente de disco ou fita.
HIFEM ARRIADO – Tecla Undescore (“_”) no teclado do computador.

I

IAPÔE – É mesmo?
INCENÇAR – Feder (peido no ambiente)
INCOMODADA - Menstruada.
INFELIZ DA COSTELA OCA - Sujeito chato, enjoado.
INGEMBRADO - Torto.
INHACA - Mal cheiro do sovaco.
INTEIRAR - Completar.
INVOCADO – Tá com raiva, (Também pode ser uma pessoa
estranha)
ISPILICUTE - Do inglês "She's pretty cute". Engraçadinha.
ISPRITADO - Enfurecido.
ISTRIPULIA - Travessura
ISTRUIR - Desperdiçar.

J

JABÁ - Charque. Carne-seca. Carne de vaca, sem ossos, salgada,
comprimida e seca ao sol em mantas. É menos avermelhada do que
a carne-de-sol.
JABIRACA - Lenço usado no pescoço.
JACÓ - Pão francês
JANTE - Roda metálica que fica no centro dos pneus dos veículos.
JERERÉ - Puçá. Rede em forma de cone com círculo de madeira ou
metal na boca. A isca, geralmente tripa de galinha, fica pendurada no
centro. É usado para capturar siris.
JERIMUM - Abóbora
JI - Letra J.
JUNIR - Arremessar, jogar com a mão.

L
LÁ NO CALCANHAR DO JUDA – Bem longe
LABROCHEIRA – Sem requinte
LACHADO – Partido, trincado
LACHAR - Lascar, rachar.
LAMBEDOR - Xarope caseiro feito com açúcar queimado e seiva de
plantas para curar doenças respiratórias.
LAMBRETA – Crachá de identificação
LAMINHA - Parte interna do coco verde. Também é chamada de
carne.
LANÇAR - Vomitar.
LANCE – Quando a mulher deixa aparecer (involuntariamente) suas
partes íntimas
LÂNDRIA - Caroço no corpo. Íngua.
LANGANHENTO - 1- Viscoso, visguento, mole, ensebento, grudento.
2- Pessoa grudenta.
LANGANHO - Viscoso, visguento, mole, ensebento, grudento.
LANHAR - Arranhar. Cortar superficialmente o corpo em acidente ou
briga.
LANTERNAGEM - Funilaria. Conserto na carroceria do veículo.
LAPA - Algo grande. Pedaço grande.
LAPADA - 1. Bofetada, chicotada. 2. De uma vez. Ex. Beber um copo
numa lapada, Dose de cachaça (Vou tomar uma lapada)
LARANJA-DE-UMBIGO Laranja-da-baia.
LARGADO - Abandonado, desquitado, divorciado, separado.
LASCADO - Cheio de problemas, em má situação.
LASCAR - Danificar. Prejudicar.
LASQUEIRA Confusão, encrenca, estrago.
LASTRO Estrado, varão. Grade de madeira que sustenta o colchão
na cama.
LATEJAR - Palpitar, pulsar.
LATOMIA - Barulho.
LATRINA - Privada, vaso sanitário.
LAURÇA - Pessoa feia e vestida de forma enfeitada. (Fulana parece
uma laurça);
LAVA-CU - Inseto de asas transparentes. Libélula.
LAVANDEIRA - Um tipo de pomba que o povo diz que lava as roupas
de Deus.
LAVANDERIA - Tanque. Pequeno reservatório de cimento usado
para lavar roupa.
LAVAR A ÉGUA – Ganhar, levar vantagem
LÊ Letra L.
LÉGUA - Antiga medida de distância. Tem de 6.000 a 6.600 metros.
LEITE DE GADO - Leite de vaca. Leite não industrializado.
LENGA LENGA – Insistência
LERDO - Alguém desligado
LERDO - Lento.
LERIADO - Conversa fiada.
LESEIRA - Falta de ânimo, moleza, preguiça.
LESO – Bôbo, abestado
LETRECA - Cafona.
LEVAR UM CUSCUZ - Levar um "fora". Ouvir um "não" como
resposta. Ter um pedido de dança recusado.
LEVAR UMA TABOCA - Levar um "fora". Ouvir um "não" como
resposta. Ter um pedido de dança recusado.
LIGEIRINHO - Microônibus um pouco mais confortável, mais rápido e
com a tarifa mais alta que o ônibus comum.
LIGEIRO - Ágil, rápido, veloz. Às pressas.
LIMALHA - Um tipo de busca-pé. Artefato pirotécnico conhecido
como espada, usado em duelos durante as festas juninas.
LISO - A pior ofensa para um cearense. E muito mais que uma
pessoa sem dinheiro. O liso esta para o cearense assim como o
"looser" esta para o americano.
LONJURA - Grande distância.

M

MACACÃO - Macaco, amarelinha. Um tipo de brincadeira infantil.
MACAXEIRA - Mandioca.
MACHO REI - cara, amigo, o meu...
MACHUCAR - Amassar, esmagar ou triturar alimento com a mão ou
algum instrumento como um talher ou pilão.
MAGOAR - Machucar, ferir. Ex. Magoei o meu dedo!.
MAGOTE - Bando, grupo.
MAINHA - Mãe.
MAIS Com. Ex.: Eu ando mais ele.
MAIS EU - Comigo.
MALAMANHADO - Mal vestido, desajeitado.
MALCASADO - Um tipo de biju (beiju) mais consistente. É vendido
embalado em folhas de bananeira.
MALDAR - Interpretar no mau sentido.
MALETROSO - Maletroso Indivíduo que não se veste bem, usa
roupa velha, torta, não alinhada.
MALINAR - Fazer travessuras, traquinagens.
MALINO - Travesso.
MALUVIDO – Irresponsável
MANDIBA - Caule da planta mandioca.
MANE BOFÃO - Conhecido "restauranteur" de Fortaleza, especialista
em pratos finos tais como: panelada, buchada, sarrabulho, tripa de
porco, rabada, sarapatel e mão de vaca.
MANGANGÃO – Chefe; Manda chuva
MANGAR - Caçoar, enganar, gozar, iludir, sacanear, zombar.
MANGOTE - (ó) Engate, mangueira curta.
MANGUÁ - Mangual. Correia para açoitar animais.
MANGUAÇA - Cachaça
MANIÇOBA - Folha da planta mandioca.
MANJA - Brincadeira também conhecida como esconde-esconde ou
pega-pega.
MANJELÃO - Jambolão, jamelão. Fruta comestível que expele um
corante.
MANJUBA - Pênis grande.
MANOBRAR - Influenciar ou mandar em alguém.
MANTEIGA DE GARRAFA Manteiga líquida feita de forma artesanal
e vendida em garrafa.
MANTEIGA DO ESTADO Manteiga feita de forma artesanal.
MANUÊ - Manauê Bolo feito com milho verde e coco.
MARCHANTE Açougueiro.
MAREADO - Esquecido.
MARINETE - Denominação antiga para ônibus.
MARIOLA - Bananada industrializada vendida em embalagem
transparente no formato retangular.
MARISCOMBONA - Cambalhota, imitação de salto de ginastica
olímpica.
MARMOTA - Coisa estranha; pessoa desajeitada, enfeitada
MAROMBA - Conjunto de vagens de feijão amarradas sobre caibros.
MARRAIA - Bola de marraio. Bola de gude. Bola de vidro usada
pelas crianças para brincar.
MARRETEIRO - Enganador, trapaceiro, vigarista.
MARUEIRO - Pessoa esperta, cheio de enrolada;
MARUIM - Mosquito-pólvora.
MAS TÁ! - Expressão usada para demonstrar dúvida, desafio,
incredulidade, surpresa.
MASSA (GÍRIA) - Agradável, bacana, bom, bonito.
MASSADA - Espera
MASTIGADINHO - Um forró mais acelerado. Pronto
MATA-FOME - Árvore que produz um tipo de noz pequena.
MATRACA - Cabra que fala sem parar, o tempo todo
MATURI - Castanha verde, grande e mole do caju em formação.
MATUTAR - Pensar. Refletir
MÊ - Letra M.
MEDECÊ - Máximo Divisor Comum.
MÊIMUNDO – Muita coisa
MEIOTA - Meia garrafa de cachaça.
MELADO - Bêbado.
MELAR - Pegar um pedaço, um pouco, uma parte.
MELOTO - (melôto) Sujeira.
MEMECÊ - Mínimo Múltiplo Comum.
MENINA - Mulher cujo nome você não lembra ou não sabe.
MENINICE - Infância
MENINO - Homem cujo nome você não lembra ou não sabe.
MERCADINHO - Supermercado.
MEROL - Bebida.
MEU REI - Cara, Amigo,
MEUZOVO - Expressão de discórdia, uma ova. "Juca e um político
honesto e meuzovo!
MICARETA - Carnaval fora de época.
MIJÃO - Artefato pirotécnico usado durante as festas juninas.
MILONGA - Conversa inútil, fiada.
MINDIM – Menor dedo da mão.
MININO REI AMARELO - Criança chata.
MIÔLO DE POTE - Coisa sem importância.
MISSE - Grampo para prender o cabelo.
MOÇA - Mulher virgem.
MOCHILA - Saco plástico para embalar mercadorias em
supermercados.
MOCOTÓ - Tornozelo.
MOD"EU - Por minha causa.
MODE - Modo. Por causa. Ex. Eu fui mode você.
MOI DE CHIFRE - Corno.
MOLAMBO - Desajeitado, desarrumado, mal vestido.
MOLEIRA – Espaço nos ossos da cabeça de criança
MOLÉSTIA - Coisa ruim.
MONDONGO - Tornozelo.
MONDRONGO – Galo na cabeça,
MORAR DE RANCHO - Morar de favor. Morar na residência de
alguém sem pagar aluguel.
MORTA-FOME - Avarento, guloso, esfomeado, morto de fome, pãoduro.
MOSQUITO - Um tipo de busca-pé (artefato pirotécnico) que não
explode.
MUCISSA – Carne sem osso.
MUCUNZÁ - Mungunzá. Canjica. Chá-de-burro. Mingau de milho
branco cozido com leite de coco ou de vaca, temperado com sal e
açúcar.
MUITCHO - Muito.
MULHER-DAMA - Prostituta.
MULHER-MACHO - Lésbica ou mulher que age com firmeza.
MUNDICA - Gente pobre, plebe rude.
MUNGANGA – Careta feia
MUNGUNZÁ - Canjica. Mingau de milho branco cozido com leite de
coco ou de vaca, temperado com sal e açúcar.
MURIÇOCA - Mosquito, pernilongo.
MUTUCA – Mosquito grande

N

NA LONA - Em situação difícil. Sem dinheiro.
NA MARRA Contra a vontade.
NA TORA - À força, na valentia.
NA VERA - Prá valer (a aposta, o jogo, agora é na vera)
NÃO DÁ UM PREGO NUMA BARRA DE SABÃO - Não faz nada, e
um preguiçoso.
NÃO SE MISTURE - Diz o baiano quando alguém pisa em uma tulha
de merda.
NÃO SEI O QUE E O QUE MAIS! - E outras coisas mais.
NÃO VALE O QUE O GATO ENTERRA - Imprestável, (esse cara não
vale o que o gato enterra).
NAS BIMBOCAS - Bem longe.
NAS BRENHAS – Bem longe
NAS CARREIRAS - Às pressas.
NÊ Letra N.
NEGOÇA - Palavra usada para referir-se a algo que você não lembra
ou desconhece o nome.
NEM SANTO ANTONHO COM GUANCHO - A coisa está difícil
NEM XITE! - Nem te ligo! Nem te dou atenção!
NERA? - Não era? Expressão utilizada no fim da frase pedindo
confirmação do que foi dito.
NESTANTE - Neste instante. Agora a pouco. Daqui a pouco.
NODA - Nódoa. Mancha. Substância que mancha ou suja.
NOS CAFUNDOS DO JUDA – Bem longe, na caixa prego.
NUM FRESQUE NAO! - Pare com essa brincadeira!
NUM SABE? - Não sabe? Expressão utilizada no fim da frase
pedindo confirmação do que foi dito.

O
Ô PÊGA - Ô porra, expressão de espanto, admiração.
O ROTO FALANDO DO ESFARRAPADO - Um indivíduo que fala
mal de outro, estando nas mesmas condições.
O SUJO FALANDO DO MAL LAVADO - Um indivíduo que fala mal
de outro, estando nas mesmas condições.
OBRAR - Defecar, evacuar.
OFENDER- Ferir, estragar, lesar, machucar, prejudicar.
OI (ÓI) - Olhe
OI DA GOIABA - Ânus.
OI ELA! - Oi ela! (ói) Saudação afetuosa, típica de Sergipe.
OI ELE ! - Saudação afetuosa, típica de Sergipe.
OITÃO - Parede lateral de uma casa, erguida sobre a linha divisória
do lote.
OITCHO - Oito.
OITEIRO - Quintal.
OLHAR O CAROÇO DOS OLHOS - Olhar dentro dos olhos.
Conhecer bem a pessoa.
ONDE O VENTO FAZ A CURVA – Bem longe
OS ANOS - Aniversário.
OVEIRO BAIXO - Pessoa que tem a bunda baixa (arriada).
OXE (Ô) - Oxente.
OXENTE - Expressão usada quando a pessoa sente espanto ou
surpresa.
ÔXENTE - O mesmo que "EPA! ", expressão de espanto

P
PÁ - Osso Omoplata.
PACAIO - 1. Cigarro de palha. 2. Maconha.
PAÇOCA - Farofa feita com carne do sol ou carne-seca.
PAGAR AOS PEDAÇOS - Pagar em parcelas.
PAGAR NA VALSA - Pagar aos poucos, em parcelas.
PAI D'EGUA - Porreta, legal, bacana.
PAIA Paia (pá) - Ruim.
PAINHO - Pai.
PAJEAR - Vigiar, tomar conta de alguém.
PALMA - 1. Uma mão cheia de bananas, geralmente de 10 a 12
frutas. 2. Planta usada para alimentar o gado.
PANÇA - Abdome, barriga.
PANO BRANCO - Mancha branca na pele.
PÃO CILINDRO - Pão sovado (de massa fina, muito batida).
PÃO CUIUDO - (cuiúdo) - Pão adormecido, do dia anterior, murcho.
PÃO JACÓ - Pão francês.
PÃO SOVADO - Pão de massa fina.
PAPA - Mingau para criança.
PAPANGÚ - Bicho parente do lobisomem que ninguém nunca viu e
se usava para assustar as crianças ("va´ dormir por que se não o
PAPANGÚ vem te comer");
PAPA-VENTO - Lagarto pequeno que vive na madeira.
PAPEIRA - Caxumba.
PAPEL DE ENROLAR PREGO - Pessoa grosseira.
PAPOCAR Pipocar. Fazer ruído de estouro ou estrondo.
PAPOCO (PÔ) Pipoco, estrondo, ruído de estouro.
PAPÔCO- Estouro
PARANGOLÉ – Coisa ou objeto sem jeito, estrupício
PARA O ANO - No próximo ano.
PARA O MÊS - No próximo mês.
PASSADO - Estragado, fora da validade, vencido.
PASSAR UMA SALIVA - Mentir.
PASSA-RAIVA - Mamão.
PASTINHA - Franja.
PASTORAR - Vigiar, tomar conta.
PATETÊ - Melação ocorrida depois de uma festa, enxurrada
PAU-DA-VENTA Parte dura do nariz. Nariz grande.
PÉ DE PAU - Árvore.
PÉ DE PLANTA - Arbusto.
PEBA (É) - De baixa qualidade, mal feito.
PEBADO – Lascado, fudido
PECA (Ê) - 1. Mulher estéril. 2. Fruta que nasce com defeito.
cuca.
PÉ-DE-MOLEQUE - Guloseima feita com massa de puba (mandioca)
enrolada em folha de bananeira.
PÉ-DE-SERRA - Forró autêntico.
PEDIR PENICO - Desistir.
PEDRA 90 – Coisa excepcional, muito boa, cara legal.
PÉ-DURO - 1. Pessoa sem habilidade para dançar. 2. Cão sem raça
definida, vira-lata.
PÊGA (ê) - Palavra usada quando a pessoa se espanta, tem uma
surpresa ou uma dificuldade. Ex. Oh pega!
PEGADO - Colado, junto, preso, próximo, vizinho, unido.
PEGAR NO TOMBO - Empurrar o carro para ele funcionar.
PEGAR O BECO - Ir embora.
PEGAR O CAMINHO DA ROÇA - Ir embora.
PEGAR UM VENTO - Sofrer uma hemorragia cerebral. Derrame.
PEGAR UMA APOSTA - Fazer uma aposta.
PEGAR UMAS CARNES - Engordar.
PEIA - Algo árduo, complexo, difícil.
PEIDO-DE-VELHA - Um tipo de artefato pirotécnico usado nas festas
juninas.
PEITAR - Desafiar, enfrentar.
PEITICA - Amolação
PELAR - Descascar, tirar a pele ou a casca.
PELEJAR - Batalhar, combater, defender, forçar, insistir, lutar,
sustentar, teimar.
PELEJAR - Tentar exaustivamente.
PENCA - Conjunto de coisas, punhado.
PENSO - Inclinado. Torto.
PERE - Espere, pare.
PEREBA - Ferida
PESTE - Coisa ruim.
PETROLHEIRO - Petroleiro
PICADO - Sarapatel, comida feita com miúdos de boi ou carneiro
PIÇARRA - Cascalho. Terra misturada com areia e pedras.
PIEGUENTO - Pessoa ou criança que aborrece, de tanto pedir ou
reclamar.
PILOMBETA - Palombeta. Manjuba. Um tipo de peixe pequeno.
PIMBADA - Trepada.
PINAR - Rotar, tirar sarro.
PINCENÊ - Óculos.
PINDAÍBA – Liso, sem dinheiro.
PINGONGO - Beirada, final.
PINGUELA - Ponte pequena ou improvisada.
PINICAR - Causar coceira, espetar.
PINOTE – Salto pequeno
PINTA - Pinto, pênis.
PINTA-BRAVA - Pessoa de conduta reprovável.
PIOLA - Ponta de cigarro, guimba, goia, segunda
PIPÔCO – Estouro
PIRATINHA – Garrafa pequena de Rum Montila
PIROBO - Viado, fresco, gay
PISA - Espancamento, surra.
PISA - MANSO - Pessoa que pisa ou age com cuidado.
PISTOLÃO - Um tipo de artefato pirotécnico.
PITEU - Mulher jovem e bonita.
PITOCA - Pênis, pau, rola, pomba.
PITOCO – Botão (controle) de equipamento (rádio, TV, etc.).
PITU - Um tipo de busca-pé (artefato pirotécnico).
PIXOTOTINHO – Bem pequenininho.
POCAR - Estourar, pipocar.
POMBA - Pênis, rola, pau.
POMBA LESA - Alguém desligado.
POR HORA - Por enquanto.
POR VIDA - Constantemente, sempre.
PRA DANAR - Muito, grande quantidade.
PRA PESTE - Muito, grande quantidade. Ex.: Ele gosta de pinga pra
peste.
PRAIO - Grifa. Ferramenta usada para manusear canos com rosca.
PRECISÃO - Necessidade.
PRENHA - Prenhe, grávida.
PRESEPADA - Palhaçada.
PRESEPEIRA - Pessoa saliente.
PRESEPEIO - Espalhafatoso, escandaloso.
PRIMO CARNAL - Primo de primeiro grau.
PRIQUITO - Vagina.
PRISIACA – Pessoa insistente.
PUBA - Massa de mandioca fermentada. Polvilho azedo.
PUXAR DA PERNA - Mancar ou ter problema físico.

Q

QUARTINHA – Jarra de água (geralmente feita de barro)
QUARTOS - Cadeiras, quadris.
QUE NEM UM TRAQUE –Ligeiro.
QUE SÓ A PESTE - Demais, grande quantidade. Muito. Ex. : “Lá tem
gente que só a peste!”
QUEBRA-QUEIXO - Puxa-puxa. Cocada que gruda nos dentes.
QUEBRAR A TRIPA GAITEIRA - Gargalhar sem controle.
QUEIJO COALHO - Queijo feito de forma artesanal.
QUEIMA RAPARIGAL! - Grito de guerra, incentivo p/ as meninas
agitarem
QUEIRO - Dente siso, dente do juízo.
QUEM COM PORCOS SE MISTURA FARELO COME! - Expressão
usada para dizer que a pessoa adquire os hábitos daqueles com
quem anda.
QUEM GABA O SAPO É A JIA! - Pessoa que se elogia ou elogia a
um dos seus.
QUENGA - Prostituta, rapariga.
QUENGO – Cabeça, crânio.
QUENTURA - Calor.

R
RACHA - pelada, jogo de futebol.
RACHADA - Forma com que os baitolas se referem as mulheres,
com uma boa dose de despeito.
RADIE - Baldrame. Viga de concreto que serve de base para
paredes.
RAJADA - Seqüência gases exalados pelo ânus.
RAMPA - Meretrício. Zona.
RAMPEAR - Freqüentar a zona de prostituição.
RAMPEIRA - Prostituta, vagabunda.
RANGER - (rangêr) Produzir ruído por atrito entre partes duras. Ex. A
cama está rangendo.
RAPAPÉ - Confusão
RAPARIGA - Amante, meretriz, prostituta.
RAPAZ - Palavra utilizada para dirigir-se a um homem ou a uma
mulher.
RATA - Gafe.
RATAR - Errar, falhar.
RÊ - Letra R.
REBENQUE - Chicote pequeno.
REBOLAR NO MATO - Jogar fora, atirar.
REBORREIA - Resto, coisa que não presta.
REDE-DE-ARRASTO Mulher que se relaciona com muitos homens.
REGRA - Menstruação.
REIMOSO - Carregado. "Priquito e bom, mas e reimoso".
REISADO - Dança típica do período natalino em homenagem ao
nascimento de Jesus.
RELAR - Ralar. Tocar de leve em algo ou alguém.
RELAR A FIVELA - (é) Dançar forró agarrado.
REMANCHAR Andar devagar, atrasar, demorar, tardar.
REMELA - Secreção ocular.
REMELEIXO - Requebrado
RENCA - Grupo de pessoas.
RENTE - Junto.
REPARE! - Olha só! Veja só!
RESGUARDO - Período de repouso após o parto ou uma doença.
RESPEITE! - Expressão usada quando uma coisa e muito boa.
"Respeite a festa de ontem".
RESSONAR - Roncar.
RÉSTIA - Sombra.
RIBA- Acima. Cima. Em cima de.
RIO CHEIO - Pessoa que ocupa muito espaço.
RIRRI - Mesmo que fechicler, ziper.
RISCA-FACA - Bar ou baile onde sempre acontecem brigas.
ROÇAR - Passar junto, tocar de leve; resvalar.
RODAGE – Estada boa (normalmente asfaltada)
RODILHA Espiral de pano para assentar a carga na cabeça.
ROJÃO - Peido barulhento.
ROLA - Pênis, pau, cacête
ROLETE - Pedaço de cana descascada.
RONCHA – Marca de pancada
ROTO - Esfarrapado. Maltrapilho. Rasgado.
ROUBADINHA Manobra irregular no trânsito.
RUA DE - É comum o uso da preposição "de" depois de "Rua". Ex.
"Rua de São João" em vez de "Rua São João".
RUGI, RUGI – Confusão, aperto (“Na entrada do estádio estava o
maior rugi rugi”)
RUMA Grande porção, muito, um monte, uma pilha de coisas.
RUMAR - Arremessar, atirar, jogar.

S
SABACU - Surra.
SABUGO - Flor do sabugueiro usada para fazer remédio caseiro
contra a febre.
SACOLEJAR - Agitar, balançar, rebolar, sacudir.
SACUDIR - Descartar, jogar fora.
SALIENTE – Atrevido.
SALITRE - Sal do mar.
SALSEIRO - Confusão.
SALTO SOLTO – Salto mortal.
SALVA - Bandeja pequena e redonda.
SAMANGO - Soldado raso.
SANGRAR - Transbordar água do açude ou tanque.
SAPECAR - Chamuscar, queimar, tostar, torrar.
SAPO ARROCHADO – Pessoa com torax avantajado (gordo) e as
pernas finas
SARAPATEL - Comida preparada com muito molho e miúdos (bofe,
coração, fígado, rim, sangue e tripas) de porco.
SAROLHO Um tipo de beiju (biju) salgado, seco e solto.
SARRABULHO – Amasso, Porrada
SARRABULHO - Comida preparada com muito molho e miúdos
(bofe, coração, fígado, rim, sangue e tripas) de carneiro.
SARRAR – Dar uma amasso
SARUÊ - Gambá.
SE ACABAR - Morrer, perecer. Destruir-se, esgotar-se, exaurir-se,
matar-se.
SE AMARRAR - Demorar, dificultar.
SE AVIAR - Apressar-se.
SE BATER - Ter dificuldade para fazer algo.
SE FAZER - Fingir.
SE LASCAR - Arrebentar-se, dar-se mal, ferrar-se, machucar-se,
prejudicar-se.
SE LENHAR - Lanhar-se, machucar-se, dar-se mal.
SE ORIENTE! - Corrija-se. Tome jeito.
SE PERDER - Engravidar solteira. Tornar-se prostituta.
SE RESPEITE! - Tome vergonha!
SE SERVIR - Usar
SEBITE - Criança ativa, esperta, inquieta.
SEBOSO - Imundo, porco, sujo.
SECURA - Ansiedade, desejo intenso.
SEIXO – Pedra redonda
SEM FUTURO - Mau negócio, pessoa despreparada.
SENTIDO - Aborrecido, magoado, melindrado, ofendido, triste.
SENTINELA - Velório.
SEQUILHO - Bolacha de goma. Biscoito feito com polvilho.
SER SERVIR DE ALGUÉM - 1. Explorar alguém. 2. Estuprar.
SI - Letra S.
SIBITE BALEADO - Pessoa miúda ("sibite" e um pequeno pássaro).
SINAL VERMELHO - Menstruação.
SÓ O BURACO E A CATINGA - Pessoa dismilinguida. "Ele pegou
uma gripe ta que e só o buraco e a catinga.
SÓ O MI - Diz-se de alguma coisa muito boa.
SOCORRO Pneu reserva. Pneu sobressalente.
SOPA - Ônibus.
SOSSEGAR O FACHO - Acalmar-se. Ficar quieto.
SULISTA - Quem nasce ou habita o Sudeste ou o Sul do Brasil.
SUMIE - Sumilher (ê). Sofá.
SUPETÃO – De repente
SUSTANÇA - Energia dos alimentos. "Rapadura tem sustância".

T

TÁ CA PESTE – Eita porra, Tá danado
TÁ COM A BEXIGA - Está agitado ou irritado.
TÁ COM A GOTA-SERENA - Está agitado ou irritado.
TÁ COM A MOLÉSTIA - Está agitado ou irritado.
TÁ COM A PESTE - Está agitado ou irritado.
TÁ DE FOGO – Embriagado, melado
TÁ DE MATAR O GUARDA – Tá legal, gostoso (“Essa comida tá de
matar o guarda”)
TÁ DE ROSCA - Coisa difícil, demorada
TABACO - Genital feminino (buceta)
TABARÉU - Homem tímido ou de hábitos rústicos.
TABAROA - Mulher tímida ou de hábitos rústicos.
TABICA – Pão tipo bengala
TABOCA - 1.Bambu. 2. Decepção, negativa, recusa.
TABORETE DE FORRÓ – Cara baixinho
TAIEIRA - Manifestação folclórica que mescla catolicismo com
crenças afro-brasileiras.
TALAGADA - Porção de bebida que se toma de uma vez.
TALISCA - Grade da cama que sustenta o colchão.
TAMBORETE - Banco de madeira bem pequeno e baixo.
TAMBORETE-DE-CABARÉ - Pessoa de baixa estatura.
TAMBORETE-DE-PUTA - Pessoa de baixa estatura.
TAMPO - Pedaço de pele cortada ou quase solta do corpo.
TANGER - (tanjêr) 1. Espantar, expulsar. 2. Dar impulso.
TANQUE - Caixa d’água. Buraco cavado no chão para estocar água.
TAPEAR - Enganar.
TARECO - Mentirinha. Biscoito redondo (3 cm) feito com farinha de
trigo, açúcar, ovos e baunilha.
TAREFA - Unidade de área. Em Sergipe equivale a 3.052 metros
quadrados.
TARIMBA - Cama desconfortável, rude, simples, feita com varas.
TEIÚ - Pequeno lagarto verde, com manchas negras.
TEM É ZÉ - E muito difícil. "Tu ganhar de mim na sinuca? Tem E ZE
TEMPO DO RONCA Tempo antigo.
TER CABEÇA-DE-ANJO Ter problema sem solução devido à
presença de um fantasma de criança.
TERMO - Área, cidade, distrito, região.
TERREIRO - Quintal de fazenda ou sítio.
TESAR - Teimar.
TESTE - Exame ou prova escolar.
TIBUNGAR – Dar megulho
TIQUIM – Coisa pouca
TIRAR A HONRA - Deflorar. Desvirginar.
TIRAR O COURO - Explorar ou maltratar ou alguém.
TIRINÊTE - Movimentação, ocupação, sobre carregado (Fulano está
no maior tirinête)
TITELA - Peito.
TOBA - Ânus.
TOCAR A BOMBA - Falar mal de alguém.
TOCO DE AMARRAR JEGUE - Pessoa de baixa estatura.
TOLETE - Cocô em forma cilíndrica.
TOLOQUINHO - Cocô em forma cilíndrica.
TOMAR PRUMO - Se corrigir, se corrigir.
TOMAR TENÊNCIA - Tomar jeito.
TOPAR - Tropeçar. Tocar ou chocar-se com algo ou alguém.
TORAR - Arrebentar, despedaçar, estourar, explodir, quebrar com
força, romper.
TORRADO - 1. Rapé, tabaco em pó para cheirar. 2. Cheiro das
partes íntimas de alguém.
TOTOTÓ Barco pequeno, catraia. Tem este nome devido ao barulho
do motor.
TOUREJAR - Tourear. Namorar. Paquerar.
TRAMELA - Pedaço de madeira que gira ao redor de um prego. É
usada para fechar janelas, portas e portões em casa humildes ou
rurais.
TRANCILIM – Corrente com pingente, Volta
TRAQUE - Peido
TRAQUE DE BEBÉ (BÉBÉ) - Palito com um pouco de pólvora na
ponta, usado nas festas juninas.
TRAQUE DE MASSA - Estalo. Papel enrolado com areia e pólvora
que dá um leve estouro quando jogado ao chão.
TRATANTE – Diz-se daquele que não cumpre compromisso
TRECHO - Quarteirão.
TRISCAR - Tocar.
TRONCHO - Desalinhado, torto.
TROPA - Grande quantidade de filhos ou pessoas.
TU LA CHUPA PICA! - Você não e de nada!
TUDO JOIA –Tudo bem
TUIA - Tulha. Monte de fezes.

U
ÚLTIMO TIRO NA MACACA - Diz-se de uma mulher que completou
30 anos e não casou.
URUPEMBA - Arupemba. Peneira.
USURA - Ambição, avareza

V
VAI SAIR – Diz vou chegar
VARÃO - Estrado, lastro. Grade de madeira onde se assenta o
colchão.
VARAPAU - Homem alto.
VAREITE -Similar a "Arre équa"
VARIANTE - Estrada alternativa, secundária.
VEIO - Velho. Amigo, camarada, colega.
VELATÓRIO - Velório. Sentinela
VELHACO - Caloteiro, devedor, malandro.
VENTA - Nariz.
VERDOSO - Fruto que não está bem maduro.
VERMINOSO - Fominha (futebol).
VEXADO - Apressado.
VIÇAR - Mulher ou animal no cio, com tesão
VIGIE - Procure.
VIRCHE - Vige. Virge. Virgem Maria. Expressão de espanto,
surpresa.
VISAGE - Fantasma, aparição.
VISAGEM - Assombração, fantasma.
VIU - Entendi. Está certo. O.k. 2. Entendeu? Ouviu?
VIXE! - Virgem Maria.
VOINHA (VÓÍNHA) - Avó.
VOINHO (VÔÍNHO) - Avô.
VOLTA – Corrente com pingente, trancilim
VÔTE - Mesmo que "ARRE ÉGUA",
VOTE! (Ô) - Interjeição usada expressar espanto, repulsa, surpresa.

X
XELELÉU – Puxa saco
XEPEIRO - 1. Indivíduo que vive pedindo as coisas. 2. Que vive
recursos alheios. 3 Que vai aos locais sem ser convidado.
XERECA - Genital feminino, (buceta)
XERÉM - Resíduo do milho que, após pilado e peneirado, permanece
na peneira. É servido para as galinhas.
XEXEIRO - (xêi) Caloteiro. Mal pagador.
XEXÉU Indivíduo com o cabelo arrepiado.
XEXO - (ê) Seixo. Calotear. Não pagar a prostituta.
XIBIU - (bí) Vagina.
XIBIU DE APITO - Objeto ou pessoa que faz muito barulho.
XIMÃO - Indivíduo que olha demais para a comida de outra pessoa
ou para quem está comendo.
XIMAR - Olhar demais para a comida de outra pessoa ou para quem
está comendo.
XIMONA - Mulher que olha demais para a comida de outra pessoa ou
para quem está comendo.
XOTAR - enxotar, expulsar, mandar embora.
XÔXO - Franzino, miúdo.
XOXOTA – Mesmo que xereca (Buceta).
XUMBREGAR - Trocar carícias íntimas. "Se amassar".

Y
YPICILONE - (ô) Letra Y.

Z
ZABUMBA - Dança folclórica acompanhada por tocadores de pífanos
e zabumba.
ZAMBETA - De pernas tortas. Com as coxas e joelhos juntos e os
pés bastante separados.
ZAROIO - Zarolho. Estrábico, vesgo.
ZERADO – Artigo novo.
ZOADA - Barulho, confusão, gritaria, zumbido.
ZUADENTO - Barulhento.

Do Blog de Felipe Jr.


domingo, 27 de julho de 2014

TRILOGIA DA CULTURA

TRILOGIA DA CULTURA
Quero escrever como está de luto a nossa cultura
Vejo esta esfarelando-se aos pedaços e rapidez
Em curto espaço de tempo partem os vultos três
Um criado numa casa cheia de livros e leu muito
João Ubaldo Ribeiro leu por circunstâncias da vida
Muito embora afirmasse não ser bom papo de letras
Parte logo em seguida o famoso Rubem Alves
Deixando no seu legado grandes reflexões
Pra ele há escolas que são gaiolas e escolas que são asas
E disse ainda mais que a essência dos pássaros é o voo
Ainda nem cicatriza a perda, o luto está chorando
Parte o terceiro fenômeno da cultura brasileira
Ariano Suassuna pra quem a morte era Caetana
E Miguel de Cervantes não tinha defeito algum
E deixa a grande mensagem pra todos que lhe apreciam
De que quem gosta de ler não morre só.
Três nomes, três homens, três vultos
De repente partem porque a hora é chegada
Mas deixam lições que abrem caminhos
Ensinam que a vida é cheia de caminhos para serem trilhados
E o homem faz a sua parte
Na busca da realização de um sonho sonhado
Porque a vida é assim
Vivemos, lutamos, partilhamos, cansamos
E um dia num passo de mágica partimos
Sem tempo para perguntarmos: POR QUÊ?

SILVA, Manoel Joaquim da.



sábado, 26 de abril de 2014

Texto para leitura: Tráfico humano

                                                              Tráfico humano
             O tráfico humano remonta desde a história da colonização do Brasil com o chamado tráfico negreiro onde os portugueses passaram a usar os negros como escravos. Ao longo dos tempos, transformações foram ocorrendo e a prática deste tipo de tráfico foi atingindo dimensões maiores envolvendo pessoas de todos os níveis, independentes de cor, raça ou condição social.
             A geração tem se tornado cada vez mais vulnerável aos traficantes que tentam tirar proveito da situação enganando pessoas inocentes, mas que esperam um dia terem melhores condições de vida e é a partir daí que começa o dilema do tráfico. Vítimas de uma sociedade capitalista/consumista, estas pessoas lutam e acreditam em determinados momentos, que a chance chegou e não deve ser desperdiçada. Porém, o que não sabem é que falsos empresários ou pessoas sem boa índole vivem no mundo a explorar sentimentos alheios com crueldade e sem nenhum pudor destruindo valores na sociedade.
             Fortunas são oferecidas as mulheres em troca de um trabalho digno que na verdade, ao deparar-se com a realidade, são forçadas a vender o corpo sobre tortura ou até mesmo ameaça de morte. Crianças são sequestradas para serem vendidas ao exterior ou ao próprio Brasil, outras, assim como também adultos, são mortas para terem seus órgãos traficados no mercado da marginalização que prolifera como dominador e líder em corrupção.   
             Assim, a humanidade tem sido vítima nas mãos dos que comercializam com o tráfico e que para eles essa ilegalidade rende-lhes o que chamam de lucro. No entanto, as vítimas lesadas passam por uma série de consequências graves, ao ponto de se tornarem incapazes de continuar vivendo dignamente, quando sobrevivem, uma vez que, tendo seus princípios abalados pela brutalidade, podem até não mais voltarem às condições normais de uma vida tranquila devido às marcas de traumas instaladas no corpo e na mente.
             Mas não podemos esquecer também que se por um lado o tráfico humano é organizado por pessoas inescrupulosas, por outro também há pais que num gesto desumano negociam os próprios filhos em troca de dinheiro. Estes, juntos aos demais, poderiam ser punidos na forma da lei e assim pagarem pelas atrocidades cometidas.
              Esta forma estarrecedora de usar o ser humano como um objeto de mercado tem causado sofrimentos aos que são enganados ou sequestrados, assim como também aos familiares que muitas vezes perdem seus entes queridos para o mundo da criminalidade. Diante desta situação, procurando-se uma maneira de amenizar este ato selvagem que se acentua cada vez mais no Brasil, cabe a nação mobilizar-se em prol da cidadania e exigir das autoridades que façam valer de verdade os direitos humanos.


SILVA, Manoel Joaquim da.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Redação: Enem e Vestibulares


                                         







Escola de Referência em Ensino Médio de Timbaúba

Redação










Enem e Vestibulares
3º Ano / 2014
Professor: Manoel Joaquim da Silva
Aluno(a): _______________________ Turma:____


















                                                                                                                                                                                                                    (1)


O TEXTO DISSERTATIVO/ARGUMENTATIVO


É uma modalidade de texto em que se defende um ponto de vista. Nele a argumentação é importante, uma vez que apresenta fundamentos para sustentar a tese. Quando o produzimos, devemos observar certas normas de organização bastante particulares. Em geral, para se obter maior clareza na exposição do ponto de vista, organiza-se em três partes:


•Introdução: apresenta-se a ideia ou o ponto de vista que será defendido;

•Desenvolvimento ou argumentação: desenvolve-se o ponto de vista (para convencer o leitor, é preciso usar uma sólida argumentação, citar exemplos, recorrer a opiniões de especialistas, fornecer dados, etc.);

•Conclusão: dá-se um fecho coerente com o desenvolvimento, com os argumentos apresentados.

Por suas características, o texto argumentativo requer uma linguagem mais sóbria, denotativa. O uso da figura de linguagem deve ser com valor argumentativo. As orações devem se dispor, de preferência, em ordem direta. É preferível o uso da terceira pessoa, caracterizando o texto argumentativo objetivo. O texto argumentativo não apresenta uma progressão temporal; os conceitos são genéricos, abstratos e, em geral não se prendem a uma situação de tempo e espaço. Por isso os verbos no presente. Trabalha-se com períodos compostos, com o encadeamento de ideias; nesse tipo de construção, o adequado emprego dos conectores (preposições, conjunções e pronomes relativos) é fundamental para obter um texto claro, coerente, coeso e elegante.

EXEMPLO DE DISSERTAÇÃO-ARGUMENTATIVA

Meio-ambiente e tecnologia: não há contraste, há solução

Uma das maiores preocupações do século XXI é a preservação ambiental, fator que envolve o futuro do planeta e, consequentemente, a sobrevivência humana. Contraditoriamente, esses problemas da natureza, quando analisados, são equivocadamente colocados em oposição à tecnologia.

O paradoxo acontece porque, de certa forma, o avanço tem um preço a se pagar. As indústrias, por exemplo, que são costumeiramente ligadas ao progresso, emitem quantidades exorbitantes de CO2 (carbono), responsáveis pelo prejuízo causado à Camada de Ozônio e, por conseguinte, problemas ambientais que afetam a população.

Mas, se a tecnologia significa conhecimento, nesse caso, não vemos contrastes com o meio-ambiente. Estamos numa época em que preservar os ecossistemas do planeta é mais do que avanço, é uma questão de continuidade das espécies animais e vegetais, incluindo-se principalmente nós, humanos. As pesquisas acontecem a todo o momento e, dessa forma, podemos considerá-las parceiras na busca por soluções a essa problemática.

O desenvolvimento de projetos científicos que visem a amenizar os transtornos causados a Terra é plenamente possível e real. A era tecnológica precisa atuar a serviço do bem-estar, da qualidade de vida, muito mais do que em favor de um conforto momentâneo. Nessas circunstâncias não existe contraste algum, pelo contrário, há uma relação direta que poderá se transformar na salvação do mundo.

Portanto, as universidades e instituições de pesquisas em geral precisam agir rapidamente na elaboração de pacotes científicos com vistas a combater os resultados caóticos da falta de conscientização humana. Nada melhor do que a ciência para direcionar formas práticas de amenizarmos a “ferida” que tomou conta do nosso Planeta Azul.

Fonte: Revista Cult, ano 12, out. 2012

Nesse modelo, didaticamente, podemos perceber a estrutura textual dissertativa assim organizada:                                                                                                                                                                                                                                       (2)

1º parágrafo: Introdução com apresentação da tese a ser defendida;

“Uma das maiores preocupações do século XXI é a preservação ambiental, fator que envolve o futuro do planeta e, consequentemente, a sobrevivência humana. Contraditoriamente, esses problemas da natureza, quando analisados, são equivocadamente colocados em oposição à tecnologia.”

2º parágrafo: Há o desenvolvimento da tese com fundamentos argumentativos;

“O paradoxo acontece porque, de certa forma, o avanço tem um preço a se pagar. As indústrias, por exemplo, que são costumeiramente ligadas ao progresso, emitem quantidades exorbitantes de CO2 (carbono), responsáveis pelo prejuízo causado à Camada de Ozônio e, por conseguinte, problemas ambientais que afetam a população.

Mas, se a tecnologia significa conhecimento, nesse caso, não vemos contrastes com o meio-ambiente. Estamos numa época em que preservar os ecossistemas do planeta é mais do que avanço, é uma questão de continuidade das espécies animais e vegetais, incluindo-se principalmente nós, humanos. As pesquisas acontecem a todo o momento e, dessa forma, podemos considerá-las parceiras na busca por soluções a essa problemática.”

3º parágrafo: A conclusão é desenvolvida com uma proposta de intervenção relacionada à tese.

“O desenvolvimento de projetos científicos que visem a amenizar os transtornos causados à Terra é plenamente possível e real. A era tecnológica precisa atuar a serviço do bem-estar, da qualidade de vida, muito mais do que em favor de um conforto momentâneo. Nessas circunstâncias não existe contraste algum, pelo contrário, há uma relação direta que poderá se transformar na salvação do mundo.

Portanto, as universidades e instituições de pesquisas em geral precisam agir rapidamente na elaboração de pacotes científicos com vistas a combater os resultados caóticos da falta de conscientização humana. Nada melhor do que a ciência para direcionar formas práticas de amenizarmos a “ferida” que tomou conta do nosso Planeta Azul.”


DETALHANDO OUTRO EXEMPLO

O texto dissertativo-argumentativo - dicas para fazer uma boa redação

Primeiro passo: entender bem o tema do texto

Exemplo: TEMA: “O adolescente, hoje, precisa de limites?”

•Retirar uma expressão central: “limite para os adolescentes”. Ou simplesmente, retirar a expressão “limites”.

Segundo passo: a introdução do texto

• Começar a escrever o texto dissertativo-argumentativo definindo a expressão central retirada do tema. (entenda como uma das muitas formas de se começar um texto)

Exemplo: Definindo a expressão “limite para os adolescentes”: O que é, ou o que significa dar limites aos adolescentes?


Elaborar um pequeno texto (pode ser uma frase ou mais de uma) respondendo a essa questão:

.......A sociedade constitui-se de pessoas que se transformam ao longo do tempo, mudam a forma de pensar e agir. Isso faz com que uma geração de adolescentes não seja, necessariamente, igual a uma anterior, assim como são diferentes as regras e os valores sociais de cada geração. No entanto, independente da época, sempre existirão regras e valores que moldarão o pensamento, o comportamento, as atitudes dos jovens na sociedade – são os chamados limites, que podem se apresentar de maneiras diversas, com maior ou menor rigor.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  (3)


• Depois de definir a expressão central retirada do tema, é hora de esclarecer o objetivo do texto.

•É possível, nessa hora, responder perguntas como: o que eu pretendo argumentar? Qual é o meu objetivo ao escrever esse texto?

•É muito importante centrar-se no tema proposto na hora de estabelecer um objetivo.

Exemplo: Como o tema, nesse caso, é “O adolescente, hoje, precisa de limites?", então, o objetivo será, exatamente, responder a essa questão. Assim, eu posso fechar minha introdução com uma pergunta (lembrando-me, sempre, de não copiar o tema proposto) ou posso colocar a questão do tema sem ser em forma de pergunta propriamente.

.......A sociedade constitui-se de pessoas que se transformam ao longo do tempo, mudam a forma de pensar e agir. Isso faz com que uma geração de adolescentes não seja, necessariamente, igual a uma anterior, assim como são diferentes as regras e os valores sociais de cada geração. No entanto, independente da época, sempre existirão regras e valores que moldarão o pensamento, o comportamento, as atitudes dos jovens na sociedade – são os chamados limites, que podem se apresentar de maneiras diversas, com maior ou menor rigor. Hoje, questiona-se se esses limites devem ser impostos aos adolescentes ou se estes devem ser mais livres para estabelecerem seus próprios limites.

Terceiro passo: o desenvolvimento do texto

•Para começar a desenvolver o texto, é interessante fazer um esquema sobre o que quero argumentar.

•Colocar em tópicos, em um rascunho, os pontos principais de cada argumento, lembrando, sempre, do objetivo do texto, para não deixar a redação “caminhar” para um rumo muito além do esperado.

Exemplo: O objetivo é saber se os adolescentes precisam ou não de limites. Pode-se argumentar de várias formas. Observe 4 opções:

OPÇÃO 1: Defender a ideia de que os adolescentes precisam de limites e apresentar justificativas para isso: 

Esquema:

- Os adolescentes precisam de limites porque, nessa fase da vida, ainda estão se moldando valores que os farão indivíduos íntegros, com caráter.

- Os adolescentes precisam de limites porque, nessa fase da vida, eles ainda não têm total discernimento para distinguir tudo que é certo e errado, segundo um modelo de vida sadio e com respeito à moral.

OPÇÃO 2: Defender a ideia de que os adolescentes precisam de limites, justificar essa opinião e apresentar exemplo(s) que comprove(m) isso:

Esquema:

- Os adolescentes precisam de limites porque, nessa fase da vida, ainda estão se moldando valores que os farão indivíduos íntegros, com caráter, e também os adolescentes não têm total discernimento para distinguir tudo que é certo e errado segundo um modelo de vida sadio e com respeito à moral.

- Sobre os exemplos: posso apresentar valores que se aprendem na adolescência e são levados para a vida inteira, sendo tais valores passados através dos limites impostos. Apresentar exemplo(s), também, de atitudes de jovens que mostram a falta de discernimento para distinguir certo e errado.

OPÇÃO 3: Defender a ideia de que os adolescentes NÃO precisam de limites e apresentar justificativas para isso:

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                  (4)

Esquema:

- Os adolescentes não precisam de limites, mas de carinho dos pais, que, em muitos casos, mostram-se ausentes. Os limites impostos acabam afastando pais e filhos.

- Os adolescentes não precisam de limites porque eles já são capazes de entender as regras sociais, e os limites serviriam apenas para inibir a criatividade, a liberdade, a capacidade do adolescente de “amadurecer” sozinho, de encarar a realidade tal como ela é.

OPÇÃO 4: Defender a ideia de que os adolescentes precisam de limites, mas estes não devem ser impostos com muito rigor:

Esquema:

- Os adolescentes precisam de limites porque todo ser humano deve saber lidar com regras, ter disciplina para enfrentar todo tipo de situação, e isso se constrói ao longo da vida, principalmente, quando se é jovem.

- Por outro lado, esses limites não precisam ser impostos com tanto rigor, porque pode tolher a criatividade do adolescente.

•Após esquematizar os argumentos, seria interessante desenvolver esse esquema em, pelo menos, dois parágrafos.

•Não esquecer de estabelecer uma ligação entre esses parágrafos.

Exemplo: Colocar diferentes maneiras de desenvolver o texto. Escolher apenas uma para a redação não ficar muito extensa e confusa.

Os jovens entre doze e dezoito anos vivem uma fase em que os valores morais e sociais ainda estão se moldando. Trata-se de um período em que o adolescente encontra-se em meio às regras impostas pela escola, pela família, pela sociedade em geral, e essas regras estabelecem limites que, mais tarde, ajudarão esse adolescente de hoje a tornar-se um cidadão íntegro, com caráter e disciplinado.

Além disso, nessa fase bem jovem da vida, não se tem total discernimento para distinguir tudo que é certo e errado segundo um modelo de vida sadio e com respeito à moral. O adolescente vive cercado de bons e maus exemplos, sendo estes últimos bastante atraentes, tendo em vista o “glamour” da transgressão. Nessa realidade, diferir o que é interessante momentaneamente e o que é correto e promissor não é uma tarefa fácil para o adolescente, por isso é necessário impor limites para que ele aprenda estabelecer essa distinção.

Quarto passo: a conclusão

•Para iniciar a conclusão desse texto, voltar à introdução do texto para relembrar o tema e o objetivo apresentados. Escrever uma frase (ou mais de uma) sintetizando o objetivo do texto e o foco da argumentação (esse foco da argumentação pode ser encontrado no esquema feito para desenvolver o texto).

•Lembrar que não pode repetir o que já foi usado na redação, é preciso usar outras palavras e escrever algo não muito longo, pois é só uma síntese.

Exemplo:

Assim, diante da dúvida se se deve impor limites aos adolescentes hoje, pode-se afirmar que a sociedade precisa de indivíduos de bom caráter e que tenham noção de disciplina. Para se ter isso, é preciso que os jovens saibam seguir regras, internalizar valores e distinguir o melhor caminho a ser percorrido.


                                                                                                                                                             (5)

•Para encerrar a conclusão, pode ser interessante apresentar uma solução para o problema tratado ou uma sugestão relacionada à questão desenvolvida.

Exemplo: Como a questão que está sendo usada como exemplo diz respeito aos limites, e o desenvolvimento apresentando centra-se na justificativa de se impor, sim, limites aos adolescentes, então, pode fechar o texto com uma das duas opções abaixo:

1) Uma sugestão para os pais: mostrando uma maneira de impor limites apropriada para a geração de adolescentes atual.

2) Uma sugestão para os próprios adolescentes: mostrando uma maneira de entender a imposição de limites como algo positivo.

Escolhendo a segunda opção, por exemplo, para encerrar:

Assim, diante da dúvida se se deve impor limites aos adolescentes hoje, pode-se afirmar que a sociedade precisa de indivíduos de bom caráter e que tenham noção de disciplina. Para se ter isso, é preciso que os jovens saibam seguir regras, internalizar valores e distinguir o melhor caminho a ser percorrido. Portanto, os adolescentes não devem enxergar os limites impostos como uma forma de perseguição ou como uma maneira de evitar que eles “vivam a vida", mas sim como uma autodefesa diante da liberdade exagerada, da falta de humanidade, do modismo em detrimento do amor próprio e do excesso de "doces armadilhas" que a realidade apresenta.

O TEXTO COMPLETO:

A sociedade constitui-se de pessoas que se transformam ao longo do tempo, mudam a forma de pensar e agir. Isso faz com que uma geração de adolescentes não seja, necessariamente, igual a uma anterior, assim como são diferentes as regras e os valores sociais de cada geração. No entanto, independente da época, sempre existirão regras e valores que moldarão o pensamento, o comportamento, as atitudes dos jovens na sociedade – são os chamados limites, que podem se apresentar de maneiras diversas, com maior ou menor rigor. Hoje, questiona-se se esses limites devem ser impostos aos adolescentes ou se estes devem ser mais livres para estabelecerem seus próprios limites.

Os jovens entre doze e dezoito anos vivem uma fase em que os valores morais e sociais ainda estão se moldando. Trata-se de um período em que o adolescente encontra-se em meio às regras impostas pela escola, pela família, pela sociedade em geral, e essas regras estabelecem limites que, mais tarde, ajudarão esse adolescente de hoje a tornar-se um cidadão íntegro, com caráter e disciplinado.

Além disso, nessa fase bem jovem da vida, não se tem total discernimento para distinguir tudo que é certo e errado segundo um modelo de vida sadio e com respeito à moral. O adolescente vive cercado de bons e maus exemplos, sendo estes últimos bastante atraentes, tendo em vista o “glamour” da transgressão. Nessa realidade, diferir o que é interessante momentaneamente e o que é correto e promissor não é uma tarefa fácil para o adolescente, por isso é necessário impor limites para que ele aprenda estabelecer essa distinção.

Assim, diante da dúvida se se deve impor limites aos adolescentes hoje, pode-se afirmar que a sociedade precisa de indivíduos de bom caráter e que tenham noção de disciplina. Para se ter isso, é preciso que os jovens saibam seguir regras, internalizar valores e distinguir o melhor caminho a ser percorrido. Portanto, os adolescentes não devem enxergar os limites impostos como uma forma de perseguição ou como uma maneira de evitar que eles “vivam a vida", mas sim como uma autodefesa diante da liberdade exagerada, da falta de humanidade, do modismo em detrimento do amor próprio e do excesso de "doces armadilhas" que a realidade apresenta.

                                                                                                                                                              (6)

REDAÇÃO DO ENEM: A PROPOSTA DE INTERVENÇÃO

A redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) segue os critérios adotados pelos principais vestibulares e concursos: o texto deve se adequar à proposta, apresentar coerência e coesão e ser escrito de acordo com a “norma culta da língua escrita”.

Uma característica distinta da prova do Enem, contudo, é exigir que você apresente uma “proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural”. Portanto, além de analisar a questão em debate, é preciso oferecer uma solução para ela.

Ao elaborar sua proposta, vale a pena levar em conta os seguintes critérios:

Relação com a análise – Imagine um texto sobre a criminalidade entre crianças e adolescentes no Brasil. Ao tratar das causas desse grave problema, ele aponta para a pobreza e o desemprego. Diz, em síntese, que é por falta de condições econômicas dignas que tantos meninos e jovens tornam-se infratores no país. No final, propõe que a educação pública deve sofrer uma reforma profunda, de modo que haja maior acesso a informações, valores e oportunidades.

A princípio, é uma boa proposta. Qualquer um concordaria com ela. Contudo a análise se concentrava em fatores econômicos, e não diretamente na questão educacional. Uma alternativa melhor seria ampliar e otimizar os programas de distribuição de renda como o Bolsa Família. Aí, sim, a proposta estaria bem amarrada com o desenvolvimento.

Respeito a valores humanos – O Enem não busca apenas medir domínio de conteúdos, mas quer também saber se a pessoa que terminou o ensino médio de fato pensa como um cidadão consciente. Assim, além de ser coerente com sua análise, a proposta deve respeitar os direitos humanos, valorizando a igualdade, a liberdade, a solidariedade e a diversidade sociocultural. Não é nada recomendável, nesse sentido, defender medidas como a pena de morte, concordar com qualquer tipo de preconceito (quanto a raça, gênero, orientação sexual, etc.) e nem defender que determinadas culturas são superiores a outras. Até porque com certeza faltariam argumentos racionais nesse sentido!

Mas pode acontecer de uma proposta ferir esses valores de forma menos óbvia. Voltemos ao exemplo do texto sobre as crianças e os adolescentes infratores. O que dizer da ideia de que o envolvimento com o crime ocorre por conta dos maus exemplos dos pais, geralmente pessoas sem preparo, moradores de regiões carentes, que não teriam transmitido aos filhos os valores adequados? Em primeiro lugar, seria o caso de nos perguntarmos se temos dados para afirmar algo assim. De fato vemos na TV bastante criminalidade no ambiente das favelas, porém isso não significa que todos os seus moradores sejam criminosos. Esse tipo de generalização é, evidentemente, um bocado preconceituosa. Portanto, uma proposta baseada nessa ideia - por exemplo, ensinar aos pais o que é certo e errado - iria contra os valores humanos que devemos respeitar.

Medidas específicas e realizáveis – Muitas vezes os textos propõem medidas vagas, gerais, que não adicionam muito à discussão, ainda que respeitem os valores humanos e sejam coerentes com a análise empreendida. Quanto ao problema dos menores infratores, alguém poderia propor melhorar a educação e diminuir a pobreza. O.k., todos concordamos com isso. Mas como melhorar a educação, como diminuir a pobreza? É claro que o ENEM não espera que você tenha conhecimento técnico no assunto. Mas vale um esforço para elaborar medidas mais específicas e concretas, como aumento do salário dos professores da rede pública, maior permanência na escola, apoio à prática de atividades esportivas, programas de bolsas que estimulem o jovem a estudar e se preparar para o mercado, aumento do salário mínimo e melhora na infraestrutura e na segurança nas comunidades mais carentes.

Outro problema comum é um certo excesso de utopia nas propostas apresentadas. Pense bem, se você concorda que a causa do problema é complexa, envolve tanto economia quanto educação, seu texto não pode dizer que basta todos nos darmos as mãos e abraçar a cultura da paz! Acabar inteiramente com a pobreza e a desigualdade, infelizmente, também não é algo que esteja em nosso horizonte. É melhor, nesse caso, pensar pequeno, mas no bom sentido. O que é possível fazer? Que medidas podem trazer um bem maior, dentro das limitações da realidade? Seria mais fecundo propor, para
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promover a paz, o combate à cultura da violência, com a formação de grupos de discussão nas comunidades, relatos de histórias de vida de quem se envolveu com o crime, além de medidas que combatam os demais aspectos do problema.

Diálogo com o que existe – Por fim, vale lembrar que os temas do ENEM, por serem de interesse público, normalmente são alvo de ampla discussão na sociedade. Já circulam diversos posicionamentos sobre eles, e os governos e a sociedade certamente estão envolvidos em possíveis soluções, ainda que infelizmente elas nem sempre sejam as melhores. Tanto secretarias e ministérios quanto ONGs realizam ações contra o desmatamento da floresta amazônica, por exemplo.

Por isso, não é preciso reinventar a roda! Com certeza você já conhece algumas das iniciativas existentes, então por que não dialogar com elas? É claro que você não precisa concordar com o que é feito, mas ignorar que elas existem só desvaloriza o seu argumento. Se você considera o Bolsa Família, da forma como funciona hoje, pouco eficiente no combate de problemas como o das crianças e adolescentes envolvidos com a violência, então proponha melhorias a ele, ou diga que apenas distribuir renda não vai adiantar, pois a questão é ainda mais complexa. Mas discuta, dialogue, mostre interesse em participar da busca pelas melhores soluções.

REVISANDO: SEM MEDO DA REDAÇÃO (Enem e Vestibulares)

Você teme mais as 180 questões de múltipla escolha ou a única redação exigida na prova do Enem? A resposta não é muito difícil de imaginar. O ato de elaborar um texto, expor suas ideias e argumentar sobre um assunto que muitas vezes é desconhecido, pode deixar muita gente de cabelo em pé.

Desde sua primeira prova, em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio exige que o estudante faça uma redação. A dissertação-argumentativa (gênero exigido pela banca do Enem e outros) deve ser clara, simples e convincente, afinal, trata-se de um texto opinativo. Mas não é por isso que você vai sair escrevendo qualquer abobrinha só por puro “achismo”, é preciso ter força nos argumentos.


VEJA ALGUMAS DICAS PARA FAZER UMA REDAÇÃO SEM SUSTO

Simplicidade

Talvez essa seja a dica mais importante. Tentar impressionar a banca escrevendo “difícil” pode ser um tiro pela culatra. Afinal, seu texto pode ficar tão “difícil” a ponto de ser cômico e, como é de praxe, virar piada na internet. Além disso, por se tratar de um exame de avaliação de estudantes do Ensino Médio, os responsáveis pela correção das redações do Enem já imaginam um vocabulário simples, de quem ainda está estudando e que pouco lê. Portanto, lembre-se deste conselho: em se tratando de palavras “difíceis”, menos é mais.

Começando

Por onde começar? Pelo título pode ser um mau caminho. Afinal, para tentar se manter naquilo que o seu título indica, você pode acabar limitando seu texto. Então, comece pelo texto e deixe o título por último. No caso da dissertação-argumentativa do Enem, não se esqueça de adiantar o assunto logo no primeiro parágrafo.

Se quiser fazer alguma citação, atenção para alguns detalhes:

- Citar frases ou bordões de novelas, filmes ou programas de entretenimento pode parecer fútil e vazio aos olhos da banca corretora.

- Prefira frases, declarações ou expressões de personalidades da educação, da literatura ou das artes, que estão mais ligadas ao seu cotidiano estudantil e mostram vínculo cultural.

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- Cuidado na hora de citar esses autores. Se não se lembrar ao certo o que ele (a) disse, prefira uma citação indireta, dizendo com suas palavras a citação em questão (como paráfrase) dando os créditos ao dono da “ideia”. Se lembrar da frase por completo, coloque aspas do início ao fim e também cite o nome do autor, sem mudar sua declaração.

Língua portuguesa

Os corretores do Enem (e de qualquer bom vestibular) são severos neste ponto: não admitem erros de português. A norma culta é indispensável e isto está claro nas instruções da prova do Enem.

Veja algumas dicas do que deve ser evitado:

- Não utilize gírias

A não ser que esteja absolutamente dentro do contexto (se estiver sendo usada para exemplar a fala dos jovens atualmente, em um texto sobre a adolescência, por exemplo), as gírias não são aconselhadas.

- Sem coloquialismo

A escrita não funciona exatamente do modo como falamos. Portanto, cuidado ao tentar escrever de maneira “simples”, como dito acima, para não exceder na simplicidade. A formalidade deve estar acima do coloquialismo.

- Nada de versos

O texto exigido na prova de Redação do Enem deve ser escrito em prosa. E texto em prosa é todo aquele que não está escrito em versos. Sendo assim, nada de utilizar versos e escrever sua Redação como uma “ode” ou poesia. Isso também está nas instruções da prova.

- Evite ser prolixo

Utilizar mil verbos para dizer algo que poderia ser dito com um ou dois torna a leitura cansativa e prolixa. Mostrar poder de sintaxe, sendo o mais coeso possível, lhe dará pontos no final. Evite também períodos muito longos.

- Fique longe dos modismos

A TV é a grande culpada da disseminação de alguns modismos linguísticos que são errados. Exemplos desses “acidentes” são expressões como “a nível de”, “no sentido de” ou mesmo os gerúndios, como “estar falando”. Essas expressões são consideradas “vazias”, por serem apenas “muletas”, que empobrecem o texto. Utilizá-las pode ser um atestado de reprovação na redação.

- Cuidado com a letra

Sabe aquele caderninho de caligrafia que você tanto odiava? Pois é, ele poderia ser um grande aliado no quesito legibilidade. Como as redações do Enem são escritas à mão (e de caneta, o que torna a escrita mais escorregadia e menos aderente do que com um lápis ou lapiseira), subentende-se que quem vai ler o que você escreveu precisa entender sua letra. Se sua letra é ilegível, a leitura pode tornar-se cansativa e de difícil compreensão, deixando o corretor (que, no mesmo dia, lerá dezenas de redações semelhantes) um pouco irritado.

- Esqueça o “internetês”!

A não ser que, como no caso das gírias, você esteja exemplando a escrita dos jovens na internet, por exemplo, em hipótese alguma, escreva da mesma forma com a qual se comunica pela rede. A língua portuguesa acaba de receber algumas reformas, mas, por enquanto, incorporar abreviações como “pq”, “vc”, ou expressões como “naum” e substituir o acento agudo pelo “h” ou o “o” pelo “u” ainda não está nos planos da Academia Brasileira de Letras.


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- Modere no estrangeirismo

Palavras como “ranking” ou “show” foram incorporadas à nossa língua e podem ser usadas tranquilamente. Você precisa ter cuidado é com o exagero de palavras em outros idiomas, elas podem empobrecer sua redação.

Argumentação

É na construção de seus argumentos que o candidato mostra ter ou não conhecimento. Como a dissertação é um gênero opinativo, você terá de apontar argumentos convincentes e que façam sentido. É com a leitura de jornais, revistas e livros que você adquire domínio argumentativo e consegue, ao escrever, “convencer” o leitor, ao menos, de que tem embasamento.

A proposta de redação do Enem vem, geralmente, acompanhada de uma coletânea. Essa coletânea pode ser composta de letras de música, declarações, frases, poesias, textos e/ou imagens. Com base nessas informações, você pode começar a construir sua argumentação, mas, não deve limitá-la à coletânea. Isso quer dizer que, além de retomar idéias da coletânea (o que mostra que você leu atentamente o material oferecido), você deve acrescentar informações externas, que sejam de seu conhecimento, adquiridas por meio de leitura. Essa é uma maneira de deixar claro para a banca que você é bem informado (a).

Não fuja do tema. Viajar demais e partir para outros assuntos (tentando mostrar conhecimento) pode acabar lhe prejudicando.

Treine!

A redação é, sem dúvida, uma das provas mais importantes de qualquer processo seletivo que se preze. Vestibulares, concursos e outros exames geralmente exigem dos candidatos que redijam textos, de gêneros e temas variados, para, desta forma, selecionar quem conseguiu a vaga em disputa.

Faça textos semanais, treine a escrita, mantenha a leitura em dia e esteja preparado para a prova de Redação, não só a do Enem. Ler é a melhor forma de aprender a escrever e, ter domínio da escrita lhe ajudará em muitas ocasiões de sua vida profissional ou social, para o resto da vida!

O QUE OS ESTUDANTES QUEREM SABER:

1) Preciso ler os textos de apoio? É imprescindível interpretar a proposta. Leia – pelo menos – duas vezes, atentamente, o texto ou textos de apoio que normalmente aparecem e, a seguir, leia o tema e reflita sobre ele.

2) Preciso fazer rascunho? É claro que sim! As ideias não vêm em ordem. Coloque suas ideias todas no papel, só depois você vai se preocupar em organizá-las.

3) Posso usar exemplos ou copiar partes do texto de apoio? Usar exemplos para ilustrar a argumentação é uma boa pedida, mas cuidado! O exemplo deve ser breve, apenas ilustrativo. Jamais copie ou escreva com suas palavras (parafrasear) partes dos textos de apoio.

4) Começo pela redação ou por outras questões? Faça o seu rascunho antes de qualquer coisa. Você deve aproveitar que a cabeça está fresquinha e colocar tudo no papel. Depois que o rascunho estiver pronto, preocupe-se com outras questões. Dê um tempo para desligar-se do texto produzido. Esse tempo é importante, pois só assim é possível observar erros na organização das ideias.

5) Preciso dividir meu texto em parágrafos? Certamente! Normalmente quatro parágrafos: um de introdução e um de conclusão com uma média de cinco linhas cada e dois de desenvolvimento com uma média de 8 linhas cada.


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6) Posso usar “eu” ou “na minha opinião”? Não! São poucos os vestibulares que não se importam com o uso da primeira pessoa. Deve-se usar terceira pessoa para que pareça mais impessoal, ou seja, a tese defendida é também a visão de outros.

7) Quando eu devo passar a limpo? Para se desligar do texto, resolva a prova de Português ou de outra disciplina – não é uma boa deixar para o final – e, depois, retorne para o seu texto, leia-o atentamente para, então, organizá-lo. Não se esqueça de observar o número de linhas.

8) Minha letra não é bonita, isso é problema? Problema é letra ilegível, aquela que nem você mesmo entende o que escreveu. A letra precisa ser legível, procure caprichar.

9) Se eu errar algo quando estiver passando a limpo, o que faço? Apenas, eu disse, apenas, passe um traço em cima da palavra e reescreva-a ao lado. Nada de usar digo para fazer a correção.

10) Devo colocar título? Sim, poucas Instituições não exigem título. Além disso, é a última tarefa a ser realizada. Como o título é o resumo máximo do seu texto, primeiramente ele deve estar escrito.

OBSERVAÇÃO

1 – Cuidado para não perder pontos na Redação com o uso errado do pronome ‘onde’. Veja o uso correto em http://wwwmjoaquimprofbioeletras.blogspot.com

Outro detalhe importante é a organização do texto no papel. Não se esqueça de deixar o recuo para começar cada parágrafo. Além disso, as margens esquerda e direita devem ser respeitadas, cada linha deve começar e terminar no mesmo ponto, exceto início e término de parágrafo.

2 – Outras dicas sobre redação para vestibulares ou Enem em: http://wwwmjoaquimprofbioeletras.blogspot.com

Bons Estudos!